CR da RTP: ""Não ficou demonstrada intenção por parte da directora de informação de prejudicar a investigação"

Polémica RTP

O Conselho de Redacção (CR) da RTP, numa deliberação que data do dia 29 de dezembro, diz que “não ficou demonstrada nenhuma intenção propositada” da directora de informação cessante Maria Flor Pedroso “no sentido de prejudicar a investigação jornalística” do “Sexta às 9” sobre o ISCEM.”

“Perante as dúvidas levantadas por diversos sectores, tendo em conta a importância decisiva do bom nome da redacção, torna-se imperativo que quaisquer alegações sobre esta matéria sejam comprovadas pelos seus autores, de forma irrefutável”, lê-se na deliberação.

O Conselho de Redacção da RTP acrescenta que “deveria ter existido maior bom senso por parte” de Maria Flor Pedroso “quando questionou o ISCEM – através da ligação de docência que mantinha com a instituição – com recurso a informação privilegiada, referente a uma investigação. Nesse sentido, acreditando que o intuito da directora de informação era auxiliar a reportagem, entende-se que todas as iniciativas realizadas pela directora de informação deveriam ter sido imediatamente comunicadas à equipa do programa ‘Sexta às 9’ em curso.

O órgão salienta que, “no futuro, torna-se imprescindível que qualquer diligência efetuada por elementos da Direção de Informação, com o intuito de auxiliar investigações”, tal “seja comunicada de forma imediata e completa aos jornalistas responsáveis pelos trabalhos em causa”.

Por isso, “afigura-se manifestamente desejável a existência de extrema prudência na abordagem de matérias sob sigilo profissional dos jornalistas, em particular nas situações em que possa a vir ser alegado um eventual conflito de interesses”, aponta, salientando ainda que no que respeita aos procedimentos adoptados pela directora-adjunta responsável pela informação não-diária, “apesar de não ter sido possível um esclarecimento presencial, não ficou evidente nenhum propósito intencional de prejudicar” a investigação.

Assim, “a metodologia adoptada pela directora adjunta responsável […] o acompanhamento da investigação jornalística em causa poder-se-á enquadrar nos procedimentos internos de funcionamento” da direcção, “sem que lhe deva ser imputada qualquer acção ilegítima“.

VOX POP TV / TSF

"Natal dos Hospitais" está a chegar à RTP

Natal dos Hospitais 2019

É já esta semana que a tradição volta a ser cumprida pela a RTP.

Há 61 anos que o “Natal dos Hospitais” leva alegria, esperança, amor, ajuda e sorrisos aos portugueses, nesta época natalícia.

Esta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em directo, a RTP vai emitir durante a manhã e a tarde a edição deste ano, que terá, em Lisboa, Catarina Furtado e José Carlos Malato na apresentação e no Porto, Sónia Araújo e Jorge Gabriel.

Guilherme Leite arrasa Nuno Artur Silva e a sua nomeação para o governo| COM VÍDEO!

Polémica

A nomeação de Nuno Artur Silva para Secretário de Estado não está a passar de despercebida aos olhos mais atentos.

Depois de Eduardo Cintra Torres, o actor Guilherme Leite decidiu, também ele, mostrar a sua revolta com a nomeação de Nuno Artur Silva que volta a ter a RTP sob a sua alçada.

Na página da Saloia TV, Guilherme postou um vídeo no qual critica a nomeação de Nuno Artur Silva por parte de António Costa:

“VIRAR AS COSTAS AO COSTA… Ele merece!
Nomear para Secretário de Estado do Audio Visual um sujeito que saiu de administrador da RTP acusado de conflitos de interesse, e depois da barafunda que isso deu nos jornais, e das denuncias da Comissão de Trabalhadores da RTP e até de um outro administrador (há 15 anos na casa) que se demitiu da RTP por não estar de acordo com a conduta desse tal Nuno Artur Silva, é fazer de nós parvos. E isso nós não podemos aceitar de ninguém.
Neste video, vira-se as costas ao Costa. Ele merece!”
– escreveu Guilherme Leite

Eduardo Cintra Torres arrasa Nuno Artur Silva

Eduardo Cintra Torres

O crítico de TV recorda incumprimento e falta de transparência de Nuno Artur Silva enquanto administrador da RTP.

Agora António Costa resgatou-o para ser Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, tendo a RTP incluída na gestão do Ministério da Cultura.

Enquanto esteve na RTP, Nuno Artur Silva deveria ter vendido as Produções Fictícias e o Canal Q, tal como lhe era exigido mas, três anos após ter sido nomeado administrador da estação pública, a venda não aconteceu, sendo esta uma exigência para poder ocupar o lugar na RTP.

«Telejornal» vai ter emissão de 2 horas

Telejornal

O principal informativo da RTP vai ter duas horas de emissão.

O Telejornal faz 60 anos na próxima sexta-feira, sendo o programa mais antigo da televisão portuguesa no ar. E é por esta razão que, neste dia, o bloco de notícias da estação pública terá, excepcionalmente, duas horas de duração.

TEXTO:

Nasceu a 18 de outubro de 1959 e, desde então, constituiu-se como uma âncora da grelha do primeiro canal generalista da TV portuguesa. O seu nome, Telejornal, confunde-se com o género televisivo. Nestes anos, foi ali, na RTP1, que parte de nós pontuou a importância daquilo que ia acontecendo no país e no Mundo. Ainda assim é, embora o atual ambiente mediático seja mais diversificado, o que relativiza a sua centralidade. No entanto, é exatamente isso que torna os desafios ainda maiores. Podemos fixar quatro períodos na história do Telejornal da RTP: o da censura, o do monopólio em regime democrático, o da concorrência e o da pós-TV. São marcos importantes que ajudam a perceber o percurso da televisão portuguesa, a conhecer a sociedade que fomos construindo e a compreender a evolução do jornalismo. É obra.

1959-1973: Período da censura. Eis o Telejornal como ritual de legitimação do poder político, a espelhar um país vagaroso, vergado a hierarquias e preso a tradições. Percorrendo os alinhamentos da altura, encontrámos um jornalismo que confundia munícipes com paroquianos, que arriscava preencher uma edição com a divulgação das listas da União Nacional às eleições nacionais (8 de outubro de 1965), que tratava os governantes como “nossos ministros”, que promovia campanhas de apoio aos soldados enviados para as Colónias e que transmitia apelos de ajuda individual…

1974-1991: Período do monopólio em regime democrático. Nesta linha temporal, cabem a revolução de abril e a instabilidade que decorria dos primeiros passos em liberdade. E cabe igualmente a aprendizagem de um jornalismo que se abre a uma ideia de atualidade que tem os assuntos do dia como principal referência. Ainda estamos longe do primado do direto, mas caminha-se progressivamente para uma agilidade de um noticiário onde a importância começa a desenhar-se como um valor-notícia.

1992-2000: Período da concorrência. Com o aparecimento da SIC em outubro de 1992, a RTP percebeu que havia mudanças a fazer. O Telejornal era uma poderosa âncora de audiências e foi, durante anos, um importante instrumento de contraprogramação. Sentia-se na velha Redação da 5 de outubro em Lisboa um esforço colossal para que o noticiário fosse o primeiro a noticiar a última coisa que estava a acontecer. As peças tornavam-se mais curtas, o grafismo mais valorizado, os ângulos imprevistos mais destacados, o direto mais recorrente. O jornalismo televisivo fixava aqui uma das suas maiores evoluções.

2001-2018: A era pós-TV. Os canais do cabo chegavam e consigo transportavam uma informação contínua a exigir mais peças para os alinhamentos noticiosos, mais interlocutores para os plateaux informativos e mais formatos de informação. Nas redações das TVS, os jornalistas deixaram de trabalhar ao ritmo dos noticiários da hora do almoço e do jantar. A urgência em formatar a atualidade é acentuada pelo universo digital que vai multiplicando ecrãs e introduzindo uma mobilidade no consumo de notícias que há muito deixou de estar circunscrita aos lugares onde (ainda) temos os tradicionais ecrãs de televisão. “ 

Fonte:JN Felisbela Lopes – 19 Outubro 2018 

António Cordeiro: mulher do actor justifica porque disse disse estar «farta»

António Cordeiro

Cansada, à beira de um esgotamento, a mulher do consagrado actor explica a frase onde disse estar farta de toda a situação:

«Eu preciso de fazer tudo. Não tenho ninguém que me ajude. Se tenho de sair por algum motivo, deixo-o em casa, mas ligo de cinco em cinco minutos porque tenho medo. Pode não acontecer nada, mas tenho medo. Tento sempre não me afastar de casa por mais de 30 minutos. á dias em que ele me diz que está farto disto tudo e de depender sempre de mim. Ele depende 24 horas de mim (…) Perguntam-me como é que ele está, mas ninguém é capaz de me perguntar como é que eu me aguento (…) Imagine o que é ter de levantar o António 15 a 20 vezes por dia. Uns dias desesperada, outros cansada. Todos os dias, quando acordo de manhã só penso ´quando é que é de noite, para poder descansar?´. Não tenho vida própria. Não tenho vida. Já tenho dito ao António que estou farta. Não é farta do António , é da situação. São quase três anos. É desgastante (…) Se nos momentos bons estivemos juntos, é nos momentos maus que vou abandonar o barco? Somos os dois filhos únicos, não temos filhos. E agora, o que se faz? Há certos dias em que tenho vontade, não digo que não, mas … E depois, ele faz o quê? E eu faço o quê? Claro que não o abandono” – disse à TV7 Dias

Fátima Campos Ferreira quebra o silêncio sobre o cancro

Drama

A jornalista da RTP quebrou o silêncio que mantinha há mais de 3 anos sobre a luta que viveu e, ainda vive, contra o cancro da mama.

Em declarações ao Correio da Manhã, a jornalista da estação pública falou sobre a doença:

“Nunca faltei um único dia ao trabalho nem falhei um único programa. Mantive-me optimista, dentro do que é possível numa situação destas” começou por dizer

A jornalista diz ainda que “nunca” se pode dizer que se está curado “numa situação destas”

Diz que a fase mais severa da doença já terá passado mas continua em constante observação médica.

Polémica: desvio de 7 milhões de euros nas contas da RTP coloca estação debaixo de fogo

Polémica

O parecer do Conselho de Opinião da RTP, denuncia “grande desvio” nas contas do Eurofestival ou do Mundial e refere que administração sabia do irrealismo das contas.

Em causa está um desvio de 7 milhões de euros que terão sido gastos a mais, no ano de 2018, aquando da cobertura do Festival Eurovisão da Canção ou do Mundial de Futebol.

O orgão que fiscaliza a gestão do plano estratégico e orçamental do canal público, o Conselhio de Opinião, referiu que se vereficou “um grande desvio entre o orçamentado e realizado nos gastos e perdas, comprovando-se o cepticismo quanto à concretização das medidas de contenção que se encontravam previstas e, muito provavelmente, a desvios ao nível de grandes eventos”, que deverão estar relacionados com o Festival da Eurovisão da Canção ou o Mundial de Futebol na Rússia, avança o Correio da Manhã

Segundo o Correio da Manhã, que teve acesso ao parecer do orgão que fiscaliza a RTP, a administração estaria consciente de que o orçamento não iria ser respeitado e pediu à estação televisiva que adopte, futuramente, uma nova metodologia contabilística e uma postura de maior rigor face a situações como esta.

“Praça da Alegria”: Picolé está de volta à RTP

201288044_be52cf8d15_zAna Paula Mota, a eterna palhaça Picolé da “Praça da Alegria” está de volta à RTP ao lado de Paula Marcelo, mulher de Camilo de Oliveira.

Picolé e Paula Marcelo vão apresentar um programa para crianças e vai ser emitido na RTP Madeira. Este programa é feito anualmente e marca o regresso de Ana Paula Mota ao ecrã da estação pública.