Rita Marrafa de Carvalho sobre Marcelo: "Ligar para a Cristina Ferreira foi uma paroleira" | Com Áudio!

A jornalista da RTP é uma das comentadoras do podcast “Dia de Reflexão” que esta semana um dos temas em destaque foram as declarações de Cristina Ferreira sobre o facto de se candidatar a Presidente da República.

Numa conversa acesa, Rita Marrafa de Carvalho defendeu o lado populista do Presidente da República mas também criticou aquilo que acha ser exagero por parte de Marcelo Rebelo de Sousa, como por exemplo, o telefonema para a SIC para felicitar Cristina Ferreira pelo seu primeiro programa no canal de Balsemão: “É ridiculo! Ligar para o programa da Cristina Ferreira foi uma paroleira”, disse.

Pode ouvir o Podcast do “Dia de Reflexão” clicando no link abaixo:

Rita Marrafa de Carvalho fala da saída de Maria Flor Pedroso da RTP | COM AUDIO

Rita Marrafa de Carvalho

A jornalista da RTP falou, sem rodeios, da polémica que envolveu a Direcção de Informação da estação pública liderada por Maria Flor Pedroso que se demitiu na passada segunda-feira.

Foi no podcast “Dia de Reflexão”, que Rita Marrafa de Carvalho deu a sua opinião acerca de toda a polémica e explica que um director, ou um membro de uma direcção de informação, tem toda a legitimidade para olhar para uma reportagem e dizer ‘não está em condições, não está trancada, precisa de mais argumentos, é frágil, não pode ir para o ar’. E isto não é ingerência, é a função de um diretor de informação, é para isso que ele é pago, para ter uma política editorial e, de acordo com essa política editorial, selecionar o trabalho que tem ou não qualidade para ir para o ar. É muito fácil dizer ingerência quando achamos que o nosso trabalho é intocável” , disse

Oiça o Podcast

Olhem só o que Rita Marrafa de Carvalho fez ao filho! Vejam a foto!

A jornalista da RTP acaba de colocar uma fotografia nas redes sociais onde aparece ao lado do filho depois de lhe ter feito um valente corte de cabelo.

“Nunca confiem numa Marrafa com uma máquina de cortar cabelo na mão!!! Vou mandar o puto para a tropa!” – escreveu divertida a jornalista da RTP

José Rodrigues dos Santos conta confidência sobre Rita Marrafa de Carvalho

Confidência do pivot da RTP

José Rodrigues dos Santos foi professor de Rita Marrafa de Carvalho e tece-lhe grandes elogios: “A Rita era uma aluna excepcional. Isto não é um elogio, é a verdade. Ele teve uma nota excepcional”, começa por contar. E é ao falar da super-repórter da RTP que conta ter sido director de informação da RTP: “Eu exerci dois mandados de director da RTP e ela foi a única pessoa no primeiro mandato que eu contratei. Porque eu sabia que ela era muito talentosa”, disse convicto

Rita Marrafa de Carvalho envia mensagem a Júlio Isidro, Goucha e Herman

Rita Marrafa de Carvalho

A jornalista da RTP decidiu enviar uma mensagem para Júlio Isidro, Manuel Luís Goucha e Herman José.

O tema da mensagem? A morte!

Aqui fica o texto:

Informação da RTP é aquela em que os portugueses mais confiam

RTP confiável

A informação do canal público é aquela em que os portugueses mais confiam.

“De acordo com o Digital News Report 2019, que analisa o consumo de notícias em 38 países, os portugueses confiam mais em marcas de notícias “respeitáveis”, sendo a televisão e online os meios mais procurados como fonte de notícias. A RTP é a marca mais confiável em Portugal, revela ainda o relatório anual.

Com base no Digital News Report anual, do Reuters Institute for the Study of Journalism, da Universidade de Oxford, a televisão é o meio que os portugueses mais procuram como fonte de notícias (81%), seguido de perto pelo online (79%).

Entre as marcas mais confiáveis para o acesso a notícias a nível televisivo está a RTP, seguida da SIC Notícias, de acordo com o relatório. “A televisão pública RTP continua a ser a marca mais confiável“, pode ler-se no documento.

Quanto à confiança nas notícias em geral, regista-se um decréscimo de 4 pontos percentuais (58%) em relação ao ano passado. Ainda assim, Portugal continua a ser o segundo país deste estudo onde mais se confia nas notícias. 

A nível global, o relatório anual conclui que há cada vez maior preocupação com a desinformação, e por isso algumas pessoas são “mais cuidadosas” marcas escolhidas para o acesso a notícias e partilha de conteúdos online. 

Acerca dos modelos de negócio, o relatório destaca que “é muito pouco provável as assinaturas de um título único funcionarem para muitos dos consumidores, que desejam aceder a várias marcas de uma forma fácil o ou que não encontram real mais valia no pagamento por notícias”. 

“Nalguns países a fatiga da subscrição também pode estar a instalar-se, com a maioria das pessoas a preferirem gastar o seu orçamento limitado no entretenimento (Netflix/Spotify) em vez de em notícias. Com muitos a olhar para as notícias como uma tarefa/obrigação, o relatório sugere que os editores podem lutar para aumentar substancialmente o mercado das subscrições a preços mais elevados para apenas um título”, pode ler-se ainda no documento. 

A mudança de comportamentos no acesso à informação é “mais aparente” nos mais jovens e mais instruídos. Por exemplo, o relatório revela que há cada vez menos consumidores no Facebook e cada vez mais noutras plataformas como o Whatsapp, Instagram e Youtube, por comparação com o ano passado.

Existe ainda um “crescimento continuado” do formato podcast entre os grupos mais jovens. 

O relatório aponta também que “a confiança nas notícias via pesquisa (33%) e nas redes sociais (23%) mantém-se estável, mas baixa”.

Há um dado preocupante em países como o Reino Unido, onde se registou um aumento significativo de pessoas que dizem evitar as notícias. Metade dos inquiridos “afirmam que o fazem porque os faz sentir em baixo”, enquanto outros dizem sentir-se “impotentes face ao que está a acontecer”. 

Outro dado a destacar é, por exemplo, a queda abrupta dos níveis de confiança nos media noticiosos em França para 24% (menos 11% que no ano passado), com os media “sob ataque por causa da sua cobertura do movimento dos ‘coletes amarelos’”, pode ler-se no relatório.

Entre os vários países analisados, quase dois terços dos inquiridos “sentem que os media são bons a mantê-los informados (62%), mas que são menos bons a ajudar a compreender as notícias (51%)“.

Estes são apenas alguns dados que foram revelados esta terça-feira pelo Reuters Institute for the Study of Journalism. A 24 de setembro será lançado o Digital News Report Portugal, onde serão divulgados dados mais detalhados sobre o país.  ” – noticiou a RTP