José Rodrigues dos Santos reage à saída de Judite Sousa da TVI

Reacção do pivot da RTP

José Rodrigues dos Santos, jornalista da RTP, reagiu à notícia, inesperada, da saída da TVI de Judite Sousa.

Sobre o regresso à televisão da colega e amiga, o pivot do “Telejornal” diz “não acreditar que as televisões em Portugal não vejam o que é evidente para qualquer pessoa. Diria muito sobre o país que somos se uma profissional de topo como a Judite, tão qualificada, dedicada e talentosa, não tivesse facilidade em encontrar emprego”, disse à revista TV Guia

ÚLTIMA HORA: Judite Sousa sai da TVI. As primeiras palavras após anúncio

ÚLTIMA HORA

Judite Sousa está de saída da TVI

Estas são as primeiras palavras da jornalista após anunciar a sua saída da TVI: “A iniciativa foi minha, como sempre desejei que acontecesse nas diferentes etapas da minha vida. Era uma decisão que vinha a ponderar desde o início do ano, que começou a ser tratada pelas partes há cerca de três meses e que foi concluída esta quarta-feira com a assinatura de um acordo amigável”, disse ao Observador

O Comunicado de Judite:

“Depois de uma longa e serena ponderação, decidi terminar a minha relação profissional com a TVI. Foram oito anos que me permitiram, em total liberdade, vivenciar a paixão pelo jornalismo com sentido de dever e responsabilidade ao serviço de uma empresa privada. Este é o momento para expressar gratidão a todos os meus companheiros de trabalho das diferentes áreas da empresa.

Os últimos anos foram particularmente difíceis, mas em palavras ou na reserva do silêncio, entendi sinais de conforto.

Quero expressar o meu agradecimento ao José Alberto Carvalho que me desafiou para esta viagem, com amizade, em 2011.

Quero igualmente agradecer ao Sérgio Figueiredo as oportunidades profissionais que me proporcionou nestes últimos quatro anos e que me ajudaram a ultrapassar momentos mais difíceis da minha existência.

Finalmente, uma palavra aos espectadores da TVI cujo carinho e apoio nunca me faltaram” ESCREVEU

“Telejornal” de sábado sobe e vence “Jornal das 8” da TVI

Informação na TV

Longe vão os tempos em que o informativo das 20h00 da RTP1 registava minimos de audiência ao fim-de-semana.

Apesar das diversas polémicas, Maria Flor Pedroso tem conseguido levantar a informação da RTP, a qual herdou muito frágil no que diz respeito a audiências, uma herança deixada pela a anterior direcção de informação,

Ontem, sábado, o “Telejornal” da RTP1 registou nova subida de audiência e, no horário entre as 20h00 e as 21h00, foi vice-líder, vencendo a TVI.

O informativo apresentado por José Rodrigues dos Santos registou 8,2% de rating e 16,8% de share.

O informativo da SIC foi líder com 10.5% de rating e 21,4% de share.

Já o jornal da TVI registou 7,8% de rating e 16,0% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Telejornal da RTP: Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos recria música de abertura|COM VÍDEO

Telejornal 60 Anos

“No ar desde 18 de outubro de 1959, o Telejornal é o primeiro programa de informação diário a ser emitido na estação pública, sendo o mais antigo programa da televisão portuguesa que perdura.

Em 2016, César Veríssimo da RTP compôs o tema musical do genérico do Telejornal. Agora que o Telejornal comemora 60 anos, a RTP e o Teatro Nacional de São Carlos juntam-se para dar uma nova vida a este tema. Sob a direção da Maestrina Joana Carneiro, a Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos interpretou aquela que é a nova trilha sonora do genérico do Telejornal, com um arranjo orquestral de Anne Victorino D’Almeida.

Maestrina: Joana Carneiro

Arranjo para a Orquestra: Anne Victorino D’Almeida

Diretora do Coro e Orquestra: Margarida Clode”

informa a RTP no seu canal de YouTube

Veja o vídeo:

Vídeo 2 – Emissão Especial de duas horas:

«Telejornal» vai ter emissão de 2 horas

Telejornal

O principal informativo da RTP vai ter duas horas de emissão.

O Telejornal faz 60 anos na próxima sexta-feira, sendo o programa mais antigo da televisão portuguesa no ar. E é por esta razão que, neste dia, o bloco de notícias da estação pública terá, excepcionalmente, duas horas de duração.

TEXTO:

Nasceu a 18 de outubro de 1959 e, desde então, constituiu-se como uma âncora da grelha do primeiro canal generalista da TV portuguesa. O seu nome, Telejornal, confunde-se com o género televisivo. Nestes anos, foi ali, na RTP1, que parte de nós pontuou a importância daquilo que ia acontecendo no país e no Mundo. Ainda assim é, embora o atual ambiente mediático seja mais diversificado, o que relativiza a sua centralidade. No entanto, é exatamente isso que torna os desafios ainda maiores. Podemos fixar quatro períodos na história do Telejornal da RTP: o da censura, o do monopólio em regime democrático, o da concorrência e o da pós-TV. São marcos importantes que ajudam a perceber o percurso da televisão portuguesa, a conhecer a sociedade que fomos construindo e a compreender a evolução do jornalismo. É obra.

1959-1973: Período da censura. Eis o Telejornal como ritual de legitimação do poder político, a espelhar um país vagaroso, vergado a hierarquias e preso a tradições. Percorrendo os alinhamentos da altura, encontrámos um jornalismo que confundia munícipes com paroquianos, que arriscava preencher uma edição com a divulgação das listas da União Nacional às eleições nacionais (8 de outubro de 1965), que tratava os governantes como “nossos ministros”, que promovia campanhas de apoio aos soldados enviados para as Colónias e que transmitia apelos de ajuda individual…

1974-1991: Período do monopólio em regime democrático. Nesta linha temporal, cabem a revolução de abril e a instabilidade que decorria dos primeiros passos em liberdade. E cabe igualmente a aprendizagem de um jornalismo que se abre a uma ideia de atualidade que tem os assuntos do dia como principal referência. Ainda estamos longe do primado do direto, mas caminha-se progressivamente para uma agilidade de um noticiário onde a importância começa a desenhar-se como um valor-notícia.

1992-2000: Período da concorrência. Com o aparecimento da SIC em outubro de 1992, a RTP percebeu que havia mudanças a fazer. O Telejornal era uma poderosa âncora de audiências e foi, durante anos, um importante instrumento de contraprogramação. Sentia-se na velha Redação da 5 de outubro em Lisboa um esforço colossal para que o noticiário fosse o primeiro a noticiar a última coisa que estava a acontecer. As peças tornavam-se mais curtas, o grafismo mais valorizado, os ângulos imprevistos mais destacados, o direto mais recorrente. O jornalismo televisivo fixava aqui uma das suas maiores evoluções.

2001-2018: A era pós-TV. Os canais do cabo chegavam e consigo transportavam uma informação contínua a exigir mais peças para os alinhamentos noticiosos, mais interlocutores para os plateaux informativos e mais formatos de informação. Nas redações das TVS, os jornalistas deixaram de trabalhar ao ritmo dos noticiários da hora do almoço e do jantar. A urgência em formatar a atualidade é acentuada pelo universo digital que vai multiplicando ecrãs e introduzindo uma mobilidade no consumo de notícias que há muito deixou de estar circunscrita aos lugares onde (ainda) temos os tradicionais ecrãs de televisão. “ 

Fonte:JN Felisbela Lopes – 19 Outubro 2018 

TVI: Judite Sousa e José Alberto Carvalho prontos para sair do canal

Futuro da TVI

A crise na TVI pode ser ainda maior e ir para além da perda da liderança de audiências.

A Cofina tem luz verde para comprar a TVI e se isso vier a acontecer, segundo o jornal SOL, o grupo que é dono do Correio da Manhã, vai fechar o canal TVI24 e afastar José Eduardo Moniz.

Mas não é só, o jornal SOL garante ainda que Judite Sousa, José Alberto Carvalho e Sousa Martins são nomes que estão na porta de saída.

Judite Sousa critica o jornalismo português.

2014-12-02-1.jpg-8

A jornalista da TVI, Judite Sousa, voltou a usar as redes sociais para criticar, fortemente, o jornalismo português. Tudo por causa das notícias que muitas revistas e jornais continuam a escrever em torno da sua vida pessoal e profissional.

Num texto escrito por si mesma, intitulado de “Reflexão”, Judite Sousa não poupa nas críticas:

“REFLEXÃO

O jornalismo está diferente. As normas que julgávamos certas não são mais as mesmas: o contacto com as fontes, a verificação,o cruzamento da informação e só depois a sua publicação, isso não existe mais.
A imprensa social é paradigmática.
Os jornalistas que trabalham nestas publicações são pressionados para obter declarações dos ” famosos”, seja sobre o que for.
As capas são escolhidas em função das vendas e do valor potencial da figura pública visada.
Sei do que falo.
No último ano, estive exposta, sem o desejar, a dezenas de capas e de notícias. Fui alvo de diferente tipo de manchetes: dor, tristeza, solidão, lágrimas… e por aí em diante. Fizeram- se fotomontagens, cometeram-crimes( nomeadamente o crime de ofensa a pessoa falecida previsto no código do processo penal).
Sou demasiadamente conhecida em razão de mais de 30 anos de profissão para procurar notoriedade através da imprensa.
Recentemente, foram escritas insinuações sobre alegadas ligações especiais a um candidato presidencial. Uma infâmia. Tudo isto sem o meu conhecimento.
Quem lê, acredita.
Quem vende, vende mais.
Quem é visado nada pode fazer.”

Polémica: Judite Sousa arrasa RTP. Gonçalo Reis não gostou.

Judite-Sousa

A jornalista da TVI, Judite Sousa, não se conforma com o despedimento da amiga Cristina Gomes da RTP, após quase 14 anos ao serviço da estação pública de televisão.

Por isso mesmo, Judite Sousa usou a sua página pessoal de facebook para criticar a RTP, ou melhor, a nova administração da RTP: Continuar a ler “Polémica: Judite Sousa arrasa RTP. Gonçalo Reis não gostou.”

Judite Sousa quer ajudar amiga que perdeu lugar na RTP

800

Depois da cabeleireira Marina Cruz ter saído da RTP no final de julho, agora foi a vez da maquilhadora Cristina Gomes que perdeu o trabalho que tinha na estação pública. Cristina Gomes estava na estação pública há 10 anos.
Continuar a ler “Judite Sousa quer ajudar amiga que perdeu lugar na RTP”

O drama de Judite Sousa entre medicamentos e álcool

800

Depois de mais um grande susto, a mãe de Judite Sousa decidiu rumar até Lisboa para acompanhar, de perto, a filha.

Uma intoxicação com medicamentos misturados com álcool quase teve um desfecho trágico na vida da jornalista da TVI, não fosse a pronta ajuda de uma amiga que a encontrou inanimada no chão da sua própria casa. Continuar a ler “O drama de Judite Sousa entre medicamentos e álcool”

Judite Sousa quebra o silêncio após sair do hospital.

img_472x263$2014_12_04_14_59_47_99129
FOTO: Revista Sábado

A jornalista da TVI já quebrou o silêncio após ter dado entrada nas urgências no passado sábado em estado grave. Judite Sousa pediu alta contra vontade médica. Por isso mesmo, teve de assinar um termo de responsabilidade para poder sair do hospital sem autorização médica. A jornalista teve de sofrer várias lavagens ao estômago, depois de sofrer uma intoxicação com medicamentos.

Ao DN, Judite Sousa disse, por sms, que “Estou em casa. Bem. A fazer a minha vida normal”.

Judite Sousa: antes de ir para o hospital fez apelo à Cofina

A jornalista Judite de Sousa fotografada em estúdio.
A jornalista Judite de Sousa fotografada em estúdio. Foto: Revista Sábado

Este foi o apelo que Judite Sousa fez no facebook ao grupo da Cofina que detém as revistas TV Guia, Flash, o Jornal Correio da Manhã e o canal por cabo de nome CMTV. Continuar a ler “Judite Sousa: antes de ir para o hospital fez apelo à Cofina”

TVI garante que Judite Sousa regressa a 1 de agosto

ng1218563_435x200

A notícia surgia através do Jornal i e caia que nem uma bomba nas redes sociais.

A TVI emitiu um comunicado onde garante que a jornalista está bem e termina o seu período de férias dia 31 de julho, altura em que voltará ao trabalho.

No entanto, a jornalista terá mesmo sido levada para o hospital de emergência e tido alta no dia seguinte.