"Jornal da Noite" da SIC dispara e arrasa RTP e TVI

Jornal da Noite líder

O informativo das oito da noite da SIC continua a ser o líder de audiências em Portugal. Ontem, terça-feira, o “Jornal da Noite” bateu mais um recorde: 13,2% de rating e 25,6% de share.

O “Telejornal” da RTP1 segurou o segundo lugar do pódio com 9,5% de rating e 18,5% de share.

A TVI ocupou o terceiro lugar do pódio com o seu “Jornal das 8” que registou 8,1% de rating e 15,4% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Os 5 Jornalistas mais temidos pelos políticos portugueses!

Os 5 Jornalistas mais temidos!

Os políticos portugueses fogem deles a sete pés. E, se acederam uma vez a serem entrevistados por eles, à segunda já não aceitaram o convite.

A equipa da VOX POP TV reuniu-se e elegeu o top 5 dos jornalistas portugueses que os políticos portugueses mais temem em encontrarem como entrevistadores.

1 – Manuela Moura Guedes

Afastada da televisão por duas vezes, primeiro na TVI e depois na SIC, segundo a própria, por razões políticas, a jornalista Manuela Moura Guedes começou a ter dificuldades em ter convidados para serem entrevistados no “Jornal Nacional de Sexta” por não deixar nada por perguntar e por expremer quem se sentava na cadeira para responder às suas perguntas.

2 – José Rodrigues dos Santos

Por duas vezes foi Director de Informação, por duas vezes teve de se demitir por vários tipos de pressões e tentativas de corrupção, segundo já fez questão de relatar em várias entrevistas. Na segunda vez que se demitiu do cargo de director foi alvo de um processo disciplinar levantado pelo então Presidente da RTP, Almerindo Marques, com o objectivo de ser demitido. Entretanto, Almerindo Marques é afastado da presidência da RTP e o processo disciplinar ao pivot do Telejornal é arquivado.

Conduziu o espaço de comentário protagonizado José Sócrates nas noites de domingo e não deixou de perguntar aquilo que os portugueses queriam ver respondido. Resultado: irritou José Sócrates que saia do estúdio da RTP bastante irritado com José Rodrigues dos Santos.

3 – Ana Leal

Começou a dar visibilidade ao jornalismo de investigação em Portugal e depressa ganhou inimigos. Do seu Currículo na área de investigação, destacam-se várias reportagens, como o caso da Associação “Raríssimas” que abanou o governo e o ex-ministro Vieira da Silva que, apesar do escândalo, não se demitiu, nem foi demitido, continuando no cargo até à constituição do novo governo formado em setembro deste ano.

4 – Sandra Felgueiras

É o rosto do jornalismo de investigação da RTP e, recentemente teve um ´bate-boca’ com o secretário de estado João Galamba nas redes sociais, que mais tarde recebeu em estúdio para se explicar devido às porpoções da notícia dos “Sexta às 9” sobre o lítio alcançou no país.

Recentemente acusou a direcção de informação da RTP, liderada pela jornalista Maria Flor Pedroso, de ingerências no regresso do formato e de interferir nas investigações do programa que apresenta semanalmente no Canal 1 da estação pública.

5 – Alexandra Borges

Também na área do jornalismo de investigação, a jornalista Alexandra Borges não foge à regra, e também ela é temida pelos políticos devido às várias reportagens que já fez e denunciou casos nos serviços da função pública e não só. Já foi ameaçada depois da exibição de várias reportagens assinadas por si.

José Rodrigues dos Santos parte a loiça toda!

Entrevista a JRS

Foi numa entrevista ao jornal “i”, que o jornalista da RTP falou de algumas polémicas que viveu na RTP.

De seguida, pode ler um excerto da referida entrevista onde o pivot do “Telejornal” parte a loiça toda:

Como é que sabe que os políticos não gostam de ser entrevistados por si? 

É óbvio que não gostam, faço perguntas chatas…

Há aquela entrevista célebre com José Sócrates, em que ele começou a ficar irritado com a sua insistência…

A pergunta essencial era esta: como é que ele podia ser contra a austeridade, se ele próprio havia cortado salários e pensões e aumentado impostos? Ele podia dizer algo como “a austeridade é algo a evitar”. Mas não pode dizer “sou contra a austeridade”. Fazia-me confusão que ninguém lhe fizesse essa pergunta. Tinha de ser confrontado com os factos.

Mas há outros políticos que não queiram ser entrevistados por si?

Obviamente as minhas perguntas são incómodas. Tenho um conhecimento dos assuntos – de política e não só – mais ao pormenor, porque tive de os estudar para escrever os meus romances, pois eles são justamente veículos de conhecimento. Aliás, curiosamente, saiu agora numa revista literária em França um ensaio a analisar os meus romances como veículos de conhecimento.

Imagino que ouça muitos elogios e felicitações. Também ouve coisas desagradáveis?

Em geral as pessoas não fazem isso. Ocasionalmente, pode acontecer dizerem-me “não gosto do seu romance”. Mas geralmente não me interpelam negativamente…
 

Já nas redes sociais é diferente…

Aí sim, mas não ligo. Os partidos possuem departamentos e recorrem a agências que criam perfis falsos e inundam as redes sociais. Aliás, julgo que isso foi feito comigo, com aquela história do Alexandre Quintanilha, quando eu me enganei e referi que o deputado mais velho do Parlamento era uma mulher. Isso foi um escândalo, acusaram-me de ser homofóbico e de outras coisas que não faziam sentido nenhum. Depois acabei por perceber que aquilo era manipulado por partidos para atingir determinados fins. É um mundo que desprezo totalmente, e aconselho os jornalistas a fazerem o mesmo. A política tem um lado que é o que se diz abertamente. E depois tem outro lado que é o das campanhas negras, que todos fazem. Portanto, quando leio coisas nas redes sociais entra por uma orelha e sai pela outra, o que é fácil dado o tamanho das mesmas.
 

[risos] Por na influência dos partidos, tem-se discutido muito o caso da Sandra Felgueiras e de o Sexta às 9 ter sido adiado para depois da campanha. As pessoas na RTP falam disso?
 

Sobre questões internas da RTP não vou falar. Há órgãos próprios para tratar destas questões, como a Direção de Informação ou o Conselho de Redação. É evidente a importância da Sandra Felgueiras e do Sexta às 9, e terminar com o programa é impensável. É uma ideia que não tem pernas para andar e toda a gente tem consciência disso.

Quando era diretor de Informação sofria muitas pressões?

Ocupei o cargo por duas vezes, durante um governo PS e outro PSD/CDS, e as coisas eram todas feitas de forma mais subtil. Vou dar um exemplo. Não querem que se fale sobre o cultivo da batata e dizem-nos: “Você acha que é ético falar sobre o cultivo da batata? Há tantas coisas tão mais importantes”. Depois tem duas hipóteses: ou afirma “tem razão”, e finge que a decisão é sua; ou diz “Não. O cultivo da batata é importante”. Essa capacidade de contrariar o político, de lhe dizer “não” nos olhos pode não estar ao alcance de toda a gente. Até porque sabemos que se dissermos “não” muitas vezes não permanecemos muito tempo no cargo. Eu saí duas vezes, e as duas foram saídas complicadas, sobretudo a segunda. Mas aquela função é de compromisso com o público e não com o político, que tem de ser colocado no seu lugar. No meu segundo mandato recebi uma mensagem de alguém que me disse: “Eles – do Governo – sentem que não têm à-vontade para falar contigo”. Eu disse: “Ainda bem, é assim que eu quero e vai continuar a ser assim até ao fim”. Quando fiz a minha tese de doutoramento sobre reportagem de guerra, li vários relatórios, e havia um feito por norte-americanos na II Guerra que dizia que os únicos soldados eficientes eram aqueles que entravam no campo de batalha conscientes de que podiam morrer. Eram os únicos que lutavam, enquanto os que tinham esperança de sobreviver se escondiam. Na altura pensei nisso: “Só posso ser diretor de Informação se acreditar que posso não sair daqui vivo”. E lutei com essa convicção. Das duas vezes não saí de lá vivo, mas das duas vezes cumpri o meu trabalho e a minha missão. Porque aquilo é uma missão, não é uma carreira.
 

Notou diferenças de um Governo para o outro, entre PS e PSD?

Sim. Estive no tempo de António Guterres e Guterres não se metia em nada. Depois, estive no de Durão Barroso, que também não se metia, mas pronto… Também tem a ver com os ministros e aqueles que tutelam, e com as suas personalidades. No caso do PSD eram mais brutos e no PS mais sofisticados… mas o resultado final era o mesmo. Todos eles querem que se fale bem deles e calar o que lhes é desagradável. Eu encarava as coisas como um jogo de futebol. A equipa que fazia a falta dizia que não era falta e a que sofria dizia que era. E eu tinha de ser o árbitro. Sentia que essas queixas aconteciam para pressionar, para ficar com medo, para condicionar e intimidar. Quando me sentia condicionado, ia falar com alguém em cujo juízo editorial confiava, como a Judite de Sousa ou a Marina Ramos, e deixava a decisão nas mãos deles.
 

Como jornalista e apresentador ainda sente essas pressões?

Vou contar-lhe o pretexto que conduziu à minha demissão em 2004. Andaram durante quase dois anos a sugerir-me a nomeação de determinada pessoa para correspondente em Madrid. Obviamente que era uma cunha – e isso para mim, naqueles termos, era corrupção. Eu podia ter dito: “Olha que boa ideia”. E a decisão era legítima. A partir do momento em que a tomasse, ninguém percebia. Mas a pessoa tem de ter coragem. De repente, temos o mundo contra nós. Dizemos: “Vocês querem que seja nomeada esta pessoa, mas não vai ser, porque não são vocês que tomam essa decisão”. Cheguei a receber recados e até podia fazer como me sugeriam, mas fazia ao contrário para perceberem que eu não estava às ordens. Para aquela função é preciso coragem, integridade e uma grande convicção do que estamos a fazer. Se não tivermos espírito de missão, aquela noção de que podemos “morrer”, não vamos exercer bem a função.
 

Mas essa coragem hoje é muito rara. Olhando à sua volta encontra pessoas que a tenham?

Encontrei casos. O Joaquim Furtado fez isso. Ou o Nuno Santos. O Nuno Santos foi despedido por ter coragem. “Morreu”, efetivamente, em combate. Para mim, é uma das grandes vergonhas da RTP. Como é que despedem um diretor só porque a RTP cobriu exemplarmente o caso da licenciatura de Miguel Relvas? Depois inventaram uma desculpa qualquer, mas a razão foi essa. O Nuno Santos sabia que o seu destino podia ser esse. Apenas porque estava a afrontar o ministro que tutelava a RTP – aliás, não estava a afrontar, estava apenas a fazer o seu trabalho.
 

Quando há mudanças de Governo, como em 2015, também se nota uma mudança de ambiente na RTP?

Graças ao ministro Poiares Maduro, a RTP saiu da tutela do Governo. O Governo já não pode nomear ou demitir administradores. Isto faz uma grande diferença.
 

Mesmo assim, quando há mudança de Governo, certas figuras podem passar a ter mais influência por serem amigos de um ministro, por exemplo…
 

Pode acontecer. Mas do ponto de vista do mecanismo, a RTP saiu da tutela do Governo e isto é um avanço civilizacional. Consta que existem projetos para que o Governo voltar a nomear a administração. Isto será o mais perigoso para a nossa democracia. Quando a RTP saiu da tutela do Governo foi o 25 de Abril da RTP e isto quer dizer que há projetos para regressar ao 24 de Abril. É inaceitável. Chegámos ao ponto de o presidente da RTP anunciar que o Governo soube pelos jornais o nome da pessoa nomeada para diretor de Informação, pela primeira vez na história, com o Paulo Dentinho. Quem pode negar que isto é um grande avanço? A RTP é um serviço público, não é um serviço estatal ou governamental. Tem de ser tutelada, como tudo, mas não pelo Governo, que é parte interessada. E dizer que passa para o Parlamento é uma falsa solução, pois quem está no Governo é, normalmente, quem controla o Parlamento. Isso seria fazer a RTP regressar ao 24 de Abril fingindo que não está. Claro que quem o fizer nunca vai dizer: “Isto é para acabar com o excesso de liberdade, nós queremos controlar a RTP”. Vão dizer: “Isto é para a RTP ficar melhor”. Mas o objetivo seria controlar. O poder político procurará sempre tentar fazer isso.

Falou em excesso de liberdade. É assim que vê a atual situação?

Quando tive de me demitir em 2004, o ministro da tutela declarou em público que havia excesso de liberdade na RTP. É um grande elogio, devo dizer. A verdade é que semanas depois eu saí. O poder político tem sempre esta tentação, e nós temos de fazer barreira a isso. A nossa liberdade é a coisa mais importante que temos enquanto jornalistas. A liberdade de poder dizer as coisas como elas são.”

"Telejornal" dispara no sábado!

Telejornal – 60 Anos

O noticiário das oito da noite da RTP1 voltou a marcar um novo máximo de audiência num sábado.

Com José Rodrigues dos Santos na apresentação, o “Telejornal” foi o quinto programa mais visto do dia em Portugal e o segundo noticiário mais visto entre as 20h00 – 21h00, marcando 8,4% de rating e 18,0% de share.

A SIC foi líder com o “Jornal da Noite” com 9,9% de rating e 21,3% de share.

A TVI ocupou o último lugar do pódio com o seu “Jornal das 8” que registou 7,4% de rating e 16,0% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

“Jornal da Noite” da SIC, regista grande audiência

Jornal da Noite

A SIC continua a ser líder entre os noticiários das oito da noite.

Esta terça-feira, o “Jornal da Noite” disparou nas audiências e registou um dos seus melhores resultados este ano: 13,2% de rating e 25,3% de share. Foi o segundo programa mais visto do dia em Portugal.

A RTP1 surge no segundo lugar do pódio com o seu “Telejornal” que alcançou 9,7% de rating e 19,0% de share, sendo o quinto programa do dia mais visto no nosso país. José Rodrigues dos Santos é o pivot de serviço esta semana.

Já a TVI, que tem perdido terreno no horário entre as 20h00 e as 21h00 viu o seu “Jornal das 8” cair para o décimo-primeiro lugar do top, registando 7,0% de rating e 13,9% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

“Telejornal” deixa “Jornal das 8” bem longe!

Noticiários das 20h00

Esta segunda-feira o informativo das oito da noite da RTP1 trepou nas audiências e agarrou o segundo lugar do pódio.

O “Jornal da Noite” da SIC manteve a liderança com 12,9% de rating e 24,8% de share.

Seguiu-se o “Telejornal” da RTP1 com 10,2% de rating e 19,8% de share.

A TVI surge bem distante da RTP e da SIC com o seu “Jornal das 8” a registar 8,9% de rating e 16,9% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

José Rodrigues dos Santos reage à saída de Judite Sousa da TVI

Reacção do pivot da RTP

José Rodrigues dos Santos, jornalista da RTP, reagiu à notícia, inesperada, da saída da TVI de Judite Sousa.

Sobre o regresso à televisão da colega e amiga, o pivot do “Telejornal” diz “não acreditar que as televisões em Portugal não vejam o que é evidente para qualquer pessoa. Diria muito sobre o país que somos se uma profissional de topo como a Judite, tão qualificada, dedicada e talentosa, não tivesse facilidade em encontrar emprego”, disse à revista TV Guia

José Rodrigues dos Santos: “Sou orelhudo, chato e combativo” | COM VÍDEO!

José Rodrigues dos Santos vs 25 Perguntas

O jornalista da RTP e o escritor que mais vende livros em Portugal foi desafiado pela Briefing e pelo NewsMuseum a responder a 25 perguntas. E nenhuma ficou sem resposta!

VÍDEO:

José Rodrigues dos Santos conta confidência sobre Rita Marrafa de Carvalho

Confidência do pivot da RTP

José Rodrigues dos Santos foi professor de Rita Marrafa de Carvalho e tece-lhe grandes elogios: “A Rita era uma aluna excepcional. Isto não é um elogio, é a verdade. Ele teve uma nota excepcional”, começa por contar. E é ao falar da super-repórter da RTP que conta ter sido director de informação da RTP: “Eu exerci dois mandados de director da RTP e ela foi a única pessoa no primeiro mandato que eu contratei. Porque eu sabia que ela era muito talentosa”, disse convicto

“Telejornal” de sábado sobe e vence “Jornal das 8” da TVI

Informação na TV

Longe vão os tempos em que o informativo das 20h00 da RTP1 registava minimos de audiência ao fim-de-semana.

Apesar das diversas polémicas, Maria Flor Pedroso tem conseguido levantar a informação da RTP, a qual herdou muito frágil no que diz respeito a audiências, uma herança deixada pela a anterior direcção de informação,

Ontem, sábado, o “Telejornal” da RTP1 registou nova subida de audiência e, no horário entre as 20h00 e as 21h00, foi vice-líder, vencendo a TVI.

O informativo apresentado por José Rodrigues dos Santos registou 8,2% de rating e 16,8% de share.

O informativo da SIC foi líder com 10.5% de rating e 21,4% de share.

Já o jornal da TVI registou 7,8% de rating e 16,0% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Telejornal de sábado e de domingo regista subida de audiência

Telejornal a subir ao fim-de-semana

Com José Rodrigues dos Santos ao comando, o informativo das 20h00 da RTP1 regista subida de audiência, longe de outros tempos em que chegou a registar mínimos nunca antes registados.

No sábado o Telejornal registou 7,8% de rating e 16,7% de share, e no domingo registou 7,1% de rating e 13,7% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Telejornal da RTP: Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos recria música de abertura|COM VÍDEO

Telejornal 60 Anos

“No ar desde 18 de outubro de 1959, o Telejornal é o primeiro programa de informação diário a ser emitido na estação pública, sendo o mais antigo programa da televisão portuguesa que perdura.

Em 2016, César Veríssimo da RTP compôs o tema musical do genérico do Telejornal. Agora que o Telejornal comemora 60 anos, a RTP e o Teatro Nacional de São Carlos juntam-se para dar uma nova vida a este tema. Sob a direção da Maestrina Joana Carneiro, a Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos interpretou aquela que é a nova trilha sonora do genérico do Telejornal, com um arranjo orquestral de Anne Victorino D’Almeida.

Maestrina: Joana Carneiro

Arranjo para a Orquestra: Anne Victorino D’Almeida

Diretora do Coro e Orquestra: Margarida Clode”

informa a RTP no seu canal de YouTube

Veja o vídeo:

Vídeo 2 – Emissão Especial de duas horas:

José Rodrigues dos Santos: “Todos os dias o poder político tenta interferir e impedir que a RTP ponha em questão”

RTP

José Rodrigues dos Santos, apresenta há 28 anos o principal bloco de notícias da RTP. Em declarações ao Correio da Mnahã, diz que “o ‘Telejornal’ é o reflexo da RTP, nas suas virtudes mas também nos seus defeitos”.

No ano em que se comemora os anos do Telejornal, o pivot da estação pública fala da interferência política na informação da RTP: “tornar o ‘Telejornal’ um espaço de liberdade informativa, devido à presença do Estado e do Governo na estrutura de gestão, foi sempre um enorme desafio para os profissionais da casa”, começa por dizer. E acrescenta que este facto tem, no seu ponto de vista, implicado “anos de batalha”, considerando que “as batalhas nunca estão concluídas. Todos os dias o poder político tenta interferir e impedir que a RTP ponha em questão”, diz o pivot da RTP

E que a obrigação dos jornalistas do canal público é a de “lutar contra isso”, e que a exemplo dessa luta “o ‘Telejornal’ tem estado em linha com o esforço de demarcação em relação a essas pressões”.

Telejornal – 60 Anos garante vice-liderança à RTP

Telejornal – 60 Anos

Em dia de aniversário, Maria Flor Pedroso decidiu dar uma hora extra de duração ao Telejornal. A directora de informação da RTP acabou por ver que a estratégia que decidiu seguir rendeu bons frutos ao canal 1.

Assim sendo, o Telejornal da RTP1 registou, nas duas horas de emissão, 8,7% de rating e 17,7% de share.