António Esteves responde a provocação de seguidora

António Esteves

O jornalista da RTP defendeu a não privatização do canal público de televisão mas, uma seguidora respondeu-lhe com uma alfinetada… António Esteves não se calou.

Perante esta opinião do jornalista, uma seguidora respondeu a António Esteves, o que gerou uma troca de galhardetes entre ambos:

António Esteves irritado com peões e automobilistas

António Esteves

O jornalista da RTP desabafou nas redes sociais.

Apesar de já ter anunciado que se iria retirar do facebook, António Esteves continua a recorrer a este rede social para fazer os seus desabafos de alerta.

Desta vez, os peões e os codutores não escaparam ao olhar certeiro do jornalista:

«Telejornal» vai ter emissão de 2 horas

Telejornal

O principal informativo da RTP vai ter duas horas de emissão.

O Telejornal faz 60 anos na próxima sexta-feira, sendo o programa mais antigo da televisão portuguesa no ar. E é por esta razão que, neste dia, o bloco de notícias da estação pública terá, excepcionalmente, duas horas de duração.

TEXTO:

Nasceu a 18 de outubro de 1959 e, desde então, constituiu-se como uma âncora da grelha do primeiro canal generalista da TV portuguesa. O seu nome, Telejornal, confunde-se com o género televisivo. Nestes anos, foi ali, na RTP1, que parte de nós pontuou a importância daquilo que ia acontecendo no país e no Mundo. Ainda assim é, embora o atual ambiente mediático seja mais diversificado, o que relativiza a sua centralidade. No entanto, é exatamente isso que torna os desafios ainda maiores. Podemos fixar quatro períodos na história do Telejornal da RTP: o da censura, o do monopólio em regime democrático, o da concorrência e o da pós-TV. São marcos importantes que ajudam a perceber o percurso da televisão portuguesa, a conhecer a sociedade que fomos construindo e a compreender a evolução do jornalismo. É obra.

1959-1973: Período da censura. Eis o Telejornal como ritual de legitimação do poder político, a espelhar um país vagaroso, vergado a hierarquias e preso a tradições. Percorrendo os alinhamentos da altura, encontrámos um jornalismo que confundia munícipes com paroquianos, que arriscava preencher uma edição com a divulgação das listas da União Nacional às eleições nacionais (8 de outubro de 1965), que tratava os governantes como “nossos ministros”, que promovia campanhas de apoio aos soldados enviados para as Colónias e que transmitia apelos de ajuda individual…

1974-1991: Período do monopólio em regime democrático. Nesta linha temporal, cabem a revolução de abril e a instabilidade que decorria dos primeiros passos em liberdade. E cabe igualmente a aprendizagem de um jornalismo que se abre a uma ideia de atualidade que tem os assuntos do dia como principal referência. Ainda estamos longe do primado do direto, mas caminha-se progressivamente para uma agilidade de um noticiário onde a importância começa a desenhar-se como um valor-notícia.

1992-2000: Período da concorrência. Com o aparecimento da SIC em outubro de 1992, a RTP percebeu que havia mudanças a fazer. O Telejornal era uma poderosa âncora de audiências e foi, durante anos, um importante instrumento de contraprogramação. Sentia-se na velha Redação da 5 de outubro em Lisboa um esforço colossal para que o noticiário fosse o primeiro a noticiar a última coisa que estava a acontecer. As peças tornavam-se mais curtas, o grafismo mais valorizado, os ângulos imprevistos mais destacados, o direto mais recorrente. O jornalismo televisivo fixava aqui uma das suas maiores evoluções.

2001-2018: A era pós-TV. Os canais do cabo chegavam e consigo transportavam uma informação contínua a exigir mais peças para os alinhamentos noticiosos, mais interlocutores para os plateaux informativos e mais formatos de informação. Nas redações das TVS, os jornalistas deixaram de trabalhar ao ritmo dos noticiários da hora do almoço e do jantar. A urgência em formatar a atualidade é acentuada pelo universo digital que vai multiplicando ecrãs e introduzindo uma mobilidade no consumo de notícias que há muito deixou de estar circunscrita aos lugares onde (ainda) temos os tradicionais ecrãs de televisão. “ 

Fonte:JN Felisbela Lopes – 19 Outubro 2018 

António Esteves fala sobre FÉ

Jornalista da RTP escreveu texto sobre o que é a Fé

António Esteves, jornalista da estação pública, escreveu sobre a Fé, no dia em que o Santuário de Fátima se enche de pessoas cheias de Fé.

“A fé não se julga, não se ridiculariza nem se critica. Também não se impõe. A fé respeita-se enquanto acto de liberdade individual não conflituante com o outro e as suas crenças.
Acreditar é um dos princípios da nossa existência e a condição base para nos superarmos nos momentos mais difíceis.
A energia da fé faz milagres. Diários.
E só isso já a legitima.

Boa noite!” – escreveu o pivot da RTP

CRÉDITOS: facebook de António Esteves, jornalista da RTP

António Esteves fala dos 7 anos na RTP

1António Esteves, jornalista da RTP, fala dos seus 7 anos na estação pública.

O jornalista recorda o seu percurso dentro da RTP e mostra-se agradecido à estação.

António Esteves está nomeado para Os Melhores do Ano 2014, uma iniciativa da VOX POP TV que conta com a escolha do público que pode votar até dia 31 de março.

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