André Gago: actor critica “Prós e Contras” da RTP

Actor critica programa da RTP

Na passada segunda-feira, Fátima Campos Ferreira trouxe a “Cultura” para ser debatida no “Prós e Contras”, aquele que é considerado o maior debate da televisão portuguesa.

Mas, a forma como se abordou o tema não agradou ao consagrado actor que decidiu ´lançar´ uma farpa ao programa da estação pública:

Serenella Andrade volta a vencer novela da SIC e regista melhor valor de 2019

Serenella Andrade volta a vencer SIC

Na quinta-feira, Serenella Andrade entregou uma choruda audiência à RTP1.

O programa que apresenta todas as semanas foi líder de audiências, venceu SIC e TVI e ainda registou o seu melhor valor deste ano.

A “Factura da Sorte” registou 7,1% de rating e 18,3% de share.

Como era dia de futebol, o “Telejornal” foi emitido às 19h00 e liderou a faixa horária com 10,7% de rating e 24,6% de share, vencendo os “Casados” da SIC e o concurso de Pedro Fernandes da TVI.

“Casados à Primeira Vista” registou 9,5% de rating e 19,5% de share.

Já “Ver P´ra Crer” da TVI registou 6,6% de rating e 13,8% de share. O melhor resultado desde a estreia.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Polémica: Maria Vieira responde a João Fernando Ramos

Polémica

Está instalada a polémica entre a actriz Maria Vieira e o jornalista da RTP, João Fernando Ramos.

Em causa está uma crítica do pivot da estação pública dirigida à actriz, na qual a classificou de “figureta”.

Perante isto, Maria Vieira disparou um ataque ao jornalista da RTP:

” Fiquei hoje a saber (através de mensagem privada) que o jornalista da RTP e pivô do «Jornal 2» – João Fernando Ramos – resolveu fazer um comentário infeliz sobre a minha pessoa na caixa de comentários de um “site” sobre notícias de televisão (VOX POP TV) a propósito da minha última publicação sobre a lamentável e vergonhosa entrevista que o Paulo Dentinho foi fazer (à custa do erário público) ao criminoso Lula da Silva, que se encontra a cumprir pena de prisão na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, no Brasil.
Ora a dada altura do seu infeliz comentário, o pivó do telejornal da RTP2 resolveu apelidar-me de «Figureta» e cabe-me agora dizer que se eu fosse uma feminista radical como, por exemplo, a Joacine Katar do LIVRE, poderia perfeitamente acusar o João Fernando Ramos de ser um valente misógino, tendo em conta que ele parece gostar de ofender mulheres publicamente!!!
Mas como eu não sou feminista e muito menos feminista radical, limito-me apenas a sublinhar e a concordar plenamente com outra parte do seu triste comentário, onde ele afirma que “a sua curta inteligência” não consegue entender porque é que a comunicação social dá “corda” a uma “Figureta” como eu!!!
E fico assim a saber que é para ser insultada e para testemunhar que um jornalista da RTP sugere publicamente que devo ser silenciada, que eu e todos os contribuintes portugueses pagamos o salário a estes avençados socialistas da RTP que já pensam estar a viver na Venezuela da Europa, onde a liberdade de expressão só é permitida aos marxistas e aos colaboradores do governo socialista que trabalham nas instituições do Estado!
Já agora, aproveito e sugiro a todos os meus amigos e simpáticos seguidores virtuais que vão lá fazer uma visitinha à tal «VOX POP TV» e que deixem algumas palavras de amor, de carinho e de incentivo fofinho pelo jornalista e pivô do “Jornal 2” que, coitado, apresenta um telejornal que é visto por quase 54 tele-espectadores todos os dias!
Isto há coisas que não lembram ao Capeta!🤣 “
– escreveu Maria Vieira

Foto: facebook de Maria Vieira

Entretanto, o jornalista João Fernando Ramos decidiu apagar o comentário que tinha feito sobre Maria Vieira, depois de vários apoiantes da actriz o atacarem com vários comentários menos simpáticos.

«Telejornal» vai ter emissão de 2 horas

Telejornal

O principal informativo da RTP vai ter duas horas de emissão.

O Telejornal faz 60 anos na próxima sexta-feira, sendo o programa mais antigo da televisão portuguesa no ar. E é por esta razão que, neste dia, o bloco de notícias da estação pública terá, excepcionalmente, duas horas de duração.

TEXTO:

Nasceu a 18 de outubro de 1959 e, desde então, constituiu-se como uma âncora da grelha do primeiro canal generalista da TV portuguesa. O seu nome, Telejornal, confunde-se com o género televisivo. Nestes anos, foi ali, na RTP1, que parte de nós pontuou a importância daquilo que ia acontecendo no país e no Mundo. Ainda assim é, embora o atual ambiente mediático seja mais diversificado, o que relativiza a sua centralidade. No entanto, é exatamente isso que torna os desafios ainda maiores. Podemos fixar quatro períodos na história do Telejornal da RTP: o da censura, o do monopólio em regime democrático, o da concorrência e o da pós-TV. São marcos importantes que ajudam a perceber o percurso da televisão portuguesa, a conhecer a sociedade que fomos construindo e a compreender a evolução do jornalismo. É obra.

1959-1973: Período da censura. Eis o Telejornal como ritual de legitimação do poder político, a espelhar um país vagaroso, vergado a hierarquias e preso a tradições. Percorrendo os alinhamentos da altura, encontrámos um jornalismo que confundia munícipes com paroquianos, que arriscava preencher uma edição com a divulgação das listas da União Nacional às eleições nacionais (8 de outubro de 1965), que tratava os governantes como “nossos ministros”, que promovia campanhas de apoio aos soldados enviados para as Colónias e que transmitia apelos de ajuda individual…

1974-1991: Período do monopólio em regime democrático. Nesta linha temporal, cabem a revolução de abril e a instabilidade que decorria dos primeiros passos em liberdade. E cabe igualmente a aprendizagem de um jornalismo que se abre a uma ideia de atualidade que tem os assuntos do dia como principal referência. Ainda estamos longe do primado do direto, mas caminha-se progressivamente para uma agilidade de um noticiário onde a importância começa a desenhar-se como um valor-notícia.

1992-2000: Período da concorrência. Com o aparecimento da SIC em outubro de 1992, a RTP percebeu que havia mudanças a fazer. O Telejornal era uma poderosa âncora de audiências e foi, durante anos, um importante instrumento de contraprogramação. Sentia-se na velha Redação da 5 de outubro em Lisboa um esforço colossal para que o noticiário fosse o primeiro a noticiar a última coisa que estava a acontecer. As peças tornavam-se mais curtas, o grafismo mais valorizado, os ângulos imprevistos mais destacados, o direto mais recorrente. O jornalismo televisivo fixava aqui uma das suas maiores evoluções.

2001-2018: A era pós-TV. Os canais do cabo chegavam e consigo transportavam uma informação contínua a exigir mais peças para os alinhamentos noticiosos, mais interlocutores para os plateaux informativos e mais formatos de informação. Nas redações das TVS, os jornalistas deixaram de trabalhar ao ritmo dos noticiários da hora do almoço e do jantar. A urgência em formatar a atualidade é acentuada pelo universo digital que vai multiplicando ecrãs e introduzindo uma mobilidade no consumo de notícias que há muito deixou de estar circunscrita aos lugares onde (ainda) temos os tradicionais ecrãs de televisão. “ 

Fonte:JN Felisbela Lopes – 19 Outubro 2018 

António Cordeiro: mulher do actor justifica porque disse disse estar «farta»

António Cordeiro

Cansada, à beira de um esgotamento, a mulher do consagrado actor explica a frase onde disse estar farta de toda a situação:

«Eu preciso de fazer tudo. Não tenho ninguém que me ajude. Se tenho de sair por algum motivo, deixo-o em casa, mas ligo de cinco em cinco minutos porque tenho medo. Pode não acontecer nada, mas tenho medo. Tento sempre não me afastar de casa por mais de 30 minutos. á dias em que ele me diz que está farto disto tudo e de depender sempre de mim. Ele depende 24 horas de mim (…) Perguntam-me como é que ele está, mas ninguém é capaz de me perguntar como é que eu me aguento (…) Imagine o que é ter de levantar o António 15 a 20 vezes por dia. Uns dias desesperada, outros cansada. Todos os dias, quando acordo de manhã só penso ´quando é que é de noite, para poder descansar?´. Não tenho vida própria. Não tenho vida. Já tenho dito ao António que estou farta. Não é farta do António , é da situação. São quase três anos. É desgastante (…) Se nos momentos bons estivemos juntos, é nos momentos maus que vou abandonar o barco? Somos os dois filhos únicos, não temos filhos. E agora, o que se faz? Há certos dias em que tenho vontade, não digo que não, mas … E depois, ele faz o quê? E eu faço o quê? Claro que não o abandono” – disse à TV7 Dias

“Telejornal” foi, ontem, o terceiro programa mais visto em Portugal

Telejornal no top 3

Esta quarta-feira, o informativo das 20 horas da estação pública foi o terceiro programa mais visto no país. À sua frente , apenas teve a telenovela Golpe de Sorte e o Jornal da Noite, ambos da SIC.

Com apresentação do jornalista José Rodrigues dos Santos, o Telejornal registou 8,9% de rating e 20,2% de share.

O Jornal da Noite, da SIC, registou 10,0% de rating e 22,3% de share, tendo sido líder de audiências.

Já a TVI , com o seu Jornal das 8 alcançou 6,5% de rating e 14,7% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

RTP3 esteve três horas a registar 0,0% de audiência

Canal de informação

RTP3, o canal de notícias da estação pública registou na última madrugada, durante três horas, um rating de 0,0%.

Tudo aconteceu entre as 03h39 e as 06h30 da madrugada.

Esta já não é a primeira vez que este canal do estado tem programas com uma audiência residual.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Polémica: desvio de 7 milhões de euros nas contas da RTP coloca estação debaixo de fogo

Polémica

O parecer do Conselho de Opinião da RTP, denuncia “grande desvio” nas contas do Eurofestival ou do Mundial e refere que administração sabia do irrealismo das contas.

Em causa está um desvio de 7 milhões de euros que terão sido gastos a mais, no ano de 2018, aquando da cobertura do Festival Eurovisão da Canção ou do Mundial de Futebol.

O orgão que fiscaliza a gestão do plano estratégico e orçamental do canal público, o Conselhio de Opinião, referiu que se vereficou “um grande desvio entre o orçamentado e realizado nos gastos e perdas, comprovando-se o cepticismo quanto à concretização das medidas de contenção que se encontravam previstas e, muito provavelmente, a desvios ao nível de grandes eventos”, que deverão estar relacionados com o Festival da Eurovisão da Canção ou o Mundial de Futebol na Rússia, avança o Correio da Manhã

Segundo o Correio da Manhã, que teve acesso ao parecer do orgão que fiscaliza a RTP, a administração estaria consciente de que o orçamento não iria ser respeitado e pediu à estação televisiva que adopte, futuramente, uma nova metodologia contabilística e uma postura de maior rigor face a situações como esta.

António José Teixeira fala sobre os risos na RTP3

Semanas depois da polémica ter “estoirado” nas redes sociais através de um vídeo onde a pivot da estação pública, Alberta Marques Fernandes, surge exuberante na emissão em directo e Dina Aguiar acaba por ter um ataque de riso por causa do trocadilho da colega, o director da RTP3 quebra agora o silêncio sobre os risos na RTP3:

Não existiu situação alguma” garantiu António José Teixeira à imprensa, referindo-se à polémica que envolveu a jornalista Alberta Marques Fernandes que acabou por ser acusada de estar alcoolizada.

Programa apresentado por Daniel Deusdado com ZERO telespectadores!

O director de programas da RTP1, Daniel Deusdado,  apresenta, semanalmente, um programa na RTP3.

O programa chama-se “O Princípio da Incerteza” e no passado dia 23 de julho alcançou, um dos piores resultados de sempre, uma audiência de 0,1% de rating e 0,2% de share.

O programa esteve durante 15 minutos consecutivos sem um único telespectador.

Ciclismo 2016: Clássicas de Abril na RTP1

fac
10 ABR 2016 Paris – Roubaix
10H30 -13H00
15H00- 16H10

20 ABR 2016 Flèche Wallone
13H25-15H55

24 ABR 2016 Liege – Bastogne – Liege
13H05-16H05

Cobertura TV:
RTP1 RESUMO DA ETAPA TODOS OS DIAS PELAS 24H00
RTP2 TRANSMISSÃO EM DIRECTO TODOS OS DIAS
RTP3 TRANSMISSÃO EM DIFERIDO TODOS OS DIAS PELAS 01H00

IN, RTP

“Last Week Tonight with John Oliver” – Estreia na RTP3

Last Week Tonight with John Oliver - RTP3Last Week Tonight with John Oliver é a aposta da futura RTP3 para as sextas-feiras, às 20.00. O renovado canal de notícias da RTP, que a partir do dia 5 de outubro vai abandonar a designação de RTP Informação, pretende reverter a tendência de queda de audiências do canal. O talkshow da HBO, conduzido pelo comediante britânico e que faz uma análise satírica dos temas da atualidade, é uma das armas para atrair mais espectadores.

John Oliver ganhou notoriedade no formato The Daily Show. O humorista, recorde-se, juntou-se ao elenco do programa – que é agora apresentado por Trevor Noah após a saída de John Stewart – no papel de Correspondente Britânico em julho de 2006. Em 2013, John Oliver chegou mesmo a substituir John Stewart na condução do formato durante oito semanas.

IN, JN

Grelha de programação da RTP3

RTP3A partir da meia-noite de dia 4 de outubro, deixará de existir a RTP Informação e nasce o terceiro canal: a RTP3. Um canal com o mote “Informação, informação, informação” e com 3 regras: rigor, isenção e pluralismo.

360º – Segunda a quinta-feira (21H00)
A notícia vista de todos os ângulos e de todos os pontos de vista. No 360º aprofundamos e descodificamos os acontecimentos. Não basta saber o que se passa é preciso compreender a realidade à nossa volta. Com José Rodrigues dos Santos, João Adelino Faria e Maria Nobre.

O DIREITO E O AVESSO – Segunda (22h30)
A justiça, os tribunais, as leis, o direito. Os grandes temas de justiça e os grandes casos que fazem as manchetes dos jornais. Um debate com José António Pinto Ribeiro, Paulo Saragoça da Mata e outros convidados. Com Cristina Esteves.

OS NÚMEROS DO DINHEIRO – Terça (22h30)
A economia não é uma ciência exata. O que revelam e o que escondem os números? O sobe e desce da economia. Os grandes negócios. As visões opostas de Teixeira dos Santos, Braga de Macedo e Ricardo Pais Mamede. Com António Peres Metello.

GRANDE ENTREVISTA – Quarta-feira (22H30)
Os grandes protagonistas do país estão na Grande Entrevista. Os rostos da notícia na política, nos negócios, nas artes, em todos os quadrantes da sociedade. Com Vitor Gonçalves.

GRANDE ÁREA – Quinta (22h30)
O futebol dentro das 4 linhas. As jogadas, os lances vistos e comentados por quem sabe. Com Manuel Fernandes Silva.

SEXTA ÀS 10 – Sexta (22h00)
A análise e o debate dos grandes temas de investigação do Sexta às 9. Com Sandra Felgueiras.

“O ÚLTIMO APAGA A LUZ” – Sexta (23h00)
Quase a iniciar o fim de semana, Raquel Varela (historiadora), Joaquim Vieira (jornalista), Rodrigo Moita de Deus (cronista), Virgílio castelo (ator/autor) e Pedro Vieira (humorista e escritor) analisam, a partir das suas experiências profissionais, a forma como as noticias têm sido tratadas.

GRANDIOSA ENCICLOPEDIA DO LUDOPÉDIO – Sábado (14H15)
Rui Miguel Tovar, João Coelho e Carlos Manuel Albuquerque, o pivô do programa. Mais do que um programa de futebol, este é um programa que pretende compreender o futebol através da sua história.

CENTRAL PARQUE – Sábado (18H15)
Com Joana Stichini Vilela e Pedro Rolo Duarte vamos falar das novas tendências multiplataforma. O que se vê, o que se escreve e do que se fala.

POLITICA SUECA – Sábado (20h00)
Um programa de análise da atualidade politica. Semanalmente Ricardo Jorge Pinto, Cristina Azevedo, Cerveira Pinto e Nicolau Vale Pais avaliam os temas e protagonistas da semana.

O PRINCIPIO DA INCERTEZA – Sábado (23H00)
Viriato Soromenho Marques, Helena Matos e Daniel Deusdado são os protagonistas do programa. Um programa que a partir do passado tenta projetar o futuro.

TRIO DE ATAQUE – Domingo (22h00)
O futebol não acaba nas 4 linhas. O grande debate é no Trio D’Ataque. O futebol visto à lupa e comentado por Miguel Guedes, João Gobern e Rui Oliveira e Costa. Com Hugo Gilberto.

HORAS EXTRAORDINÁRIAS – Segunda a quinta (23h30)
Tudo o que se passa no mundo das artes está nas Horas Extraordinárias. A música, o teatro, o cinema, os livros. Com Teresa Nicolau.

JORNAL DO MEIO-DIA – Segunda a sexta (12h00)
Toda a informação do dia que está acontecer está em antena, às 12H no Jornal do Meio Dia.

18/20 – Segunda a sexta (18h00)
Duas horas de informação ao final da tarde. Quando os portugueses regressam a casa, o 18/20 propõe a análise, a reportagem e o direto dos acontecimentos que estão a marcar a agenda informativa.

24 HORAS – Diariamente (00h00)
O que mais importante aconteceu nas últimas 24 horas. Durante uma hora de, tudo sobre o dia que passou e a perspetiva do dia que começa.

IN, RTP