Guilherme Leite arrasa Nuno Artur Silva e a sua nomeação para o governo| COM VÍDEO!

Polémica

A nomeação de Nuno Artur Silva para Secretário de Estado não está a passar de despercebida aos olhos mais atentos.

Depois de Eduardo Cintra Torres, o actor Guilherme Leite decidiu, também ele, mostrar a sua revolta com a nomeação de Nuno Artur Silva que volta a ter a RTP sob a sua alçada.

Na página da Saloia TV, Guilherme postou um vídeo no qual critica a nomeação de Nuno Artur Silva por parte de António Costa:

“VIRAR AS COSTAS AO COSTA… Ele merece!
Nomear para Secretário de Estado do Audio Visual um sujeito que saiu de administrador da RTP acusado de conflitos de interesse, e depois da barafunda que isso deu nos jornais, e das denuncias da Comissão de Trabalhadores da RTP e até de um outro administrador (há 15 anos na casa) que se demitiu da RTP por não estar de acordo com a conduta desse tal Nuno Artur Silva, é fazer de nós parvos. E isso nós não podemos aceitar de ninguém.
Neste video, vira-se as costas ao Costa. Ele merece!”
– escreveu Guilherme Leite

«Telejornal» vai ter emissão de 2 horas

Telejornal

O principal informativo da RTP vai ter duas horas de emissão.

O Telejornal faz 60 anos na próxima sexta-feira, sendo o programa mais antigo da televisão portuguesa no ar. E é por esta razão que, neste dia, o bloco de notícias da estação pública terá, excepcionalmente, duas horas de duração.

TEXTO:

Nasceu a 18 de outubro de 1959 e, desde então, constituiu-se como uma âncora da grelha do primeiro canal generalista da TV portuguesa. O seu nome, Telejornal, confunde-se com o género televisivo. Nestes anos, foi ali, na RTP1, que parte de nós pontuou a importância daquilo que ia acontecendo no país e no Mundo. Ainda assim é, embora o atual ambiente mediático seja mais diversificado, o que relativiza a sua centralidade. No entanto, é exatamente isso que torna os desafios ainda maiores. Podemos fixar quatro períodos na história do Telejornal da RTP: o da censura, o do monopólio em regime democrático, o da concorrência e o da pós-TV. São marcos importantes que ajudam a perceber o percurso da televisão portuguesa, a conhecer a sociedade que fomos construindo e a compreender a evolução do jornalismo. É obra.

1959-1973: Período da censura. Eis o Telejornal como ritual de legitimação do poder político, a espelhar um país vagaroso, vergado a hierarquias e preso a tradições. Percorrendo os alinhamentos da altura, encontrámos um jornalismo que confundia munícipes com paroquianos, que arriscava preencher uma edição com a divulgação das listas da União Nacional às eleições nacionais (8 de outubro de 1965), que tratava os governantes como “nossos ministros”, que promovia campanhas de apoio aos soldados enviados para as Colónias e que transmitia apelos de ajuda individual…

1974-1991: Período do monopólio em regime democrático. Nesta linha temporal, cabem a revolução de abril e a instabilidade que decorria dos primeiros passos em liberdade. E cabe igualmente a aprendizagem de um jornalismo que se abre a uma ideia de atualidade que tem os assuntos do dia como principal referência. Ainda estamos longe do primado do direto, mas caminha-se progressivamente para uma agilidade de um noticiário onde a importância começa a desenhar-se como um valor-notícia.

1992-2000: Período da concorrência. Com o aparecimento da SIC em outubro de 1992, a RTP percebeu que havia mudanças a fazer. O Telejornal era uma poderosa âncora de audiências e foi, durante anos, um importante instrumento de contraprogramação. Sentia-se na velha Redação da 5 de outubro em Lisboa um esforço colossal para que o noticiário fosse o primeiro a noticiar a última coisa que estava a acontecer. As peças tornavam-se mais curtas, o grafismo mais valorizado, os ângulos imprevistos mais destacados, o direto mais recorrente. O jornalismo televisivo fixava aqui uma das suas maiores evoluções.

2001-2018: A era pós-TV. Os canais do cabo chegavam e consigo transportavam uma informação contínua a exigir mais peças para os alinhamentos noticiosos, mais interlocutores para os plateaux informativos e mais formatos de informação. Nas redações das TVS, os jornalistas deixaram de trabalhar ao ritmo dos noticiários da hora do almoço e do jantar. A urgência em formatar a atualidade é acentuada pelo universo digital que vai multiplicando ecrãs e introduzindo uma mobilidade no consumo de notícias que há muito deixou de estar circunscrita aos lugares onde (ainda) temos os tradicionais ecrãs de televisão. “ 

Fonte:JN Felisbela Lopes – 19 Outubro 2018 

“Cartaz RTP”: audiência do 4º. programa do Malato

A RTP1 voltou a ficar no terceiro e último lugar ao início da tarde de sábado. Esta é já a quarta vez que a estação pública perde, consecutivamente, para a SIC e a TVI.

Nunca a RTP1 teve tão pouca audiência no horário das 14h00, aos sábados.

Ontem, e mais uma vez, foi a SIC que segurou o primeiro lugar nas audiências com o programa “Alta Definição“, apresentado pelo Daniel Oliveira, que recebeu a actriz Sara Matos. O programa obteve 7,2% de rating e 23,8% de share.

Em segundo lugar, como já é habitual, surge a TVI com o programa “Querido, Mudei a Casa!“, que alcançou 4,9% de rating e 16,9% de share.

Em terceiro e último lugar, como tem acontecido desde a estreia, ficou o programa da RTP1, “Cartaz RTP”, que obteve 3,6% de rating e 12,4% de share. Esta semana o programa registou uma ligeira subida nas audiências.

O novo programa de José Carlos Malato tem ficado sempre em último lugar nas audiências, no seu horário, mesmo depois das alterações feitas há 2 semanas, que colocaram o “Jornal da Tarde” a acabar mais cedo para que a “Voz do Cidadão” e o “Cartaz RTP” começassem mais cedo mas, nem assim Malato conseguiu sair do último lugar da tabela.

Recordamos agora as audiências dos 3 primeiros programas do “Cartaz RTP”:

Primeiro-Programa: (Estreia): 2,5% de rating e  9,6% de share

Segundo Programa: 2,5% de rating e 9,1% de share

Terceiro Programa: 2,4% de rating e  9,1% de share

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Malato já não apresenta o”Cartaz TV” mas sim “Cartaz RTP”

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O novo programa de José Carlos Malato tem estreia marcada para o próximo dia 23 de janeiro, sábado, logo após o “Jornal da Tarde”. O programa não mais é do que um remake de um programa da estação pública exibido na década de 70, com o nome de “Cartaz TV”.

Sabe-se agora que Daniel Deusdado, director de programas da RTP1 e da RTP3, decidiu alterar, ligeiramente, o nome do programa trocando o “TV” por “RTP”, ficando o nome do programa “Cartaz RTP”-

No site da RTP, pode-se ler a novidade do programa de Malato:

O programa que divulga o que se faz na RTP: televisão, rádio e internet

Chama-se Cartaz RTP e estreia já este sábado, dia 23. O mote é mostrar os conteúdos produzidos pelos vários canais RTP e é José Carlos Malato que nos sugere o que ver, ouvir e ler.

As sugestões semanais do apresentador vão para o ar todos os sábados, a seguir ao Jornal da Tarde, na RTP1. É o tipo de programa onde num minuto podemos falar com um dos apresentadores do 5 para a Meia-Noite e a seguir mostrar o que acontece no estúdio do programa das manhãs da Antena3.

O realizador do programa, Daniel Mota, que foi também quem dirigiu o renovado Agora Escolha, explica que o Cartaz RTP não é um programa filmado em estúdio:

“O percurso que o José Carlos Malato faz durante a semana pela programação espelha-se no percurso físico que ele vai fazendo nos pivôs, pelos corredores e escritórios da RTP.”

Será uma produção interna, com uma equipa do Centro de Inovação da RTP, e o realizador acredita que inovação não vai faltar:

“A nível de execução tentamos sempre dar algo diferente. Procuramos algo ambicioso e diferente; se calhar a maior inovação é serem tão poucas pessoas a fazerem algo relativamente tão complexa (risos).”

Cartaz RTP é um remake de um programa dos anos 70, o Cartaz TV, mas desta vez englobará todos os canais: televisão, rádio e web.

O programa vai também dar voz aos protagonistas diretos dos conteúdos; sempre que possível será quem faz os programas a falar sobre eles e a captar a atenção dos telespectadores.