Dina Aguiar reage às gafes de Joana Marques

Joana Marques meteu os pés pelas mãos na RR

Joana Marques, humorista e radialista, decidiu usar uma entrevista da jornalista Dina Aguiar para fazer humor na sua rubrica “Extremamente Desagradável”, que é emitida todas as manhãs dos dias úteis na Rádio Renascença.

Joana Marques usa declarações de famosos para fazer humor mas, desta vez, a humorista da Renascença cometeu duas gafes. Primeiro disse que Dina Aguiar tinha afirmado no Programa da Cristina, na SIC, que tinha o poder de curar. Mais à frente, afirma que a jornalista da RTP disse que foi a autora da frase “Até amanhã, se Deus quiser”. Ora, se visualizarmos a entrevista original que Dina Aguair concedeu ao programa das manhãs da estação de Paços de Arcos, depressa se percebe que o que Joana Marques diz na sua rubrica não é verdade.

Perante isto, a pivot do “Portugal em Direto” já reagiu às afirmações de Joana Marques:

Pode ouvir o episódio onde Joana Marques fala de Dina Aguiar no seguinte vídeo:

Entrevista na SIC de Dina Aguiar:

https://sic.pt/Programas/o-programa-da-cristina/videos/2019-07-19-Dina-Aguiar-tem-41-anos-de-carreira-e-conta-Ate-amanha-se-deus-quiser.-Desde-que-estou-na-televisao-que-digo-isso

Joana Marques apresentou no Canal Q o programa “Altos e Baixos” durante vários anos. Faz parte da equipa das Produções Fictícias, como argumentista.

Em 2018, trocou a Rádio Antena 3 da RTP, pela Rádio Renascença.

Quando Nuno Artur Silva, dono do Canal Q, foi administrador da RTP, a humorista foi chamada para fazer alguns programas na estação pública.

Desta vez, a rubrica não lhe correu bem, tendo errado por duas vezes no mesmo episódio do “Extremamente Desagradável”.

"Jornal da Noite" da SIC dispara e arrasa RTP e TVI

Jornal da Noite líder

O informativo das oito da noite da SIC continua a ser o líder de audiências em Portugal. Ontem, terça-feira, o “Jornal da Noite” bateu mais um recorde: 13,2% de rating e 25,6% de share.

O “Telejornal” da RTP1 segurou o segundo lugar do pódio com 9,5% de rating e 18,5% de share.

A TVI ocupou o terceiro lugar do pódio com o seu “Jornal das 8” que registou 8,1% de rating e 15,4% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Joana Marques faz humor com Dina Aguiar mas falta à verdade | COM VÍDEOS!

Joana Marques, humorista das manhãs da Rádio Renascença decidiu pegar numa entrevista que a jornalista da RTP Dina Aguiar deu à SIC, ao programa de Cristina Ferreira, e fazer humor na rubrica “Extremamente Desagradável”.

Tudo parecia correr bem à Joana Marques, entre as suas piadas e os excertos da entrevista de Dina Aguiar até que um erro é cometido pela voz da Renascença.

Joana Marques afirma que Dina Aguiar disse ter inventado a frase “Até amanhã, se Deus quiser”, mas tal não corresponde à verdade.

O que Dina Aguiar disse na entrevista a Cristina Ferreira foi que um dia acordou e surgiu-lhe a seguinte frase “Agarre sempre o lado mais positivo da sua vida para que tudo lhe possa parecer mais fácil”

Entrevista na SIC de Dina Aguiar:

https://sic.pt/Programas/o-programa-da-cristina/videos/2019-07-19-Dina-Aguiar-tem-41-anos-de-carreira-e-conta-Ate-amanha-se-deus-quiser.-Desde-que-estou-na-televisao-que-digo-isso

Mas antes disto, Joana Marques volta a falhar, ao afirmar que Dina Aguiar disse ter uma capacidade de curar. Mas não foi isso que a jornalista da RTP disse. O que Dina Aguiar disse foi que tem desenvolvido o seu lado espiritual, fazendo algumas formações e que isso tem uma capacidade de cura.

CR da RTP: ""Não ficou demonstrada intenção por parte da directora de informação de prejudicar a investigação"

Polémica RTP

O Conselho de Redacção (CR) da RTP, numa deliberação que data do dia 29 de dezembro, diz que “não ficou demonstrada nenhuma intenção propositada” da directora de informação cessante Maria Flor Pedroso “no sentido de prejudicar a investigação jornalística” do “Sexta às 9” sobre o ISCEM.”

“Perante as dúvidas levantadas por diversos sectores, tendo em conta a importância decisiva do bom nome da redacção, torna-se imperativo que quaisquer alegações sobre esta matéria sejam comprovadas pelos seus autores, de forma irrefutável”, lê-se na deliberação.

O Conselho de Redacção da RTP acrescenta que “deveria ter existido maior bom senso por parte” de Maria Flor Pedroso “quando questionou o ISCEM – através da ligação de docência que mantinha com a instituição – com recurso a informação privilegiada, referente a uma investigação. Nesse sentido, acreditando que o intuito da directora de informação era auxiliar a reportagem, entende-se que todas as iniciativas realizadas pela directora de informação deveriam ter sido imediatamente comunicadas à equipa do programa ‘Sexta às 9’ em curso.

O órgão salienta que, “no futuro, torna-se imprescindível que qualquer diligência efetuada por elementos da Direção de Informação, com o intuito de auxiliar investigações”, tal “seja comunicada de forma imediata e completa aos jornalistas responsáveis pelos trabalhos em causa”.

Por isso, “afigura-se manifestamente desejável a existência de extrema prudência na abordagem de matérias sob sigilo profissional dos jornalistas, em particular nas situações em que possa a vir ser alegado um eventual conflito de interesses”, aponta, salientando ainda que no que respeita aos procedimentos adoptados pela directora-adjunta responsável pela informação não-diária, “apesar de não ter sido possível um esclarecimento presencial, não ficou evidente nenhum propósito intencional de prejudicar” a investigação.

Assim, “a metodologia adoptada pela directora adjunta responsável […] o acompanhamento da investigação jornalística em causa poder-se-á enquadrar nos procedimentos internos de funcionamento” da direcção, “sem que lhe deva ser imputada qualquer acção ilegítima“.

VOX POP TV / TSF

ERC chumba nome de José Fragoso: as razões do Regulador

Fragoso chumbado pela ERC

O Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que esteve reunido esta segunda-feira, deu parecer negativo à proposta de acumulação por José Fragoso dos cargos de director de Programas da RTP1, RTP Internacional e RTP3 com os cargos de director de Informação da RTP1, RTP Internacional e RTP3. 

No documento onde está o parecer da ERC, pode-se ler que “a convergência do poder de direcção sobre as áreas de programação e de informação de três serviços de programas do operador de serviço público numa única pessoa não só comporta o risco de padronizar ou esbater a dissemelhança de uma oferta que, em benefício da diversidade e do pluralismo, se pretende díspar, como acima de tudo o risco de tornar indiferentes ou favorecer a diluição das fronteiras entre informação e entretenimento, atenta a ambivalência dos papéis que tal responsável seria chamado a desempenhar”.

A ERC acrescenta ainda que “a envergadura da tarefa de dar cumprimento cabal a todas as obrigações que impendem legal e contratualmente sobre cada um dos serviços de programas em causa, tanto na área de programação como da informação, afigura-se francamente incompatível com aquela centralização”.

O regulador refere ainda que o regime legal da responsabilidade pelos conteúdos dos diversos serviços de programas da RTP aconselha “uma separação não só orgânica como também subjetiva e funcional das áreas da programação e da informação”.

Rita Marrafa de Carvalho fala da saída de Maria Flor Pedroso da RTP | COM AUDIO

Rita Marrafa de Carvalho

A jornalista da RTP falou, sem rodeios, da polémica que envolveu a Direcção de Informação da estação pública liderada por Maria Flor Pedroso que se demitiu na passada segunda-feira.

Foi no podcast “Dia de Reflexão”, que Rita Marrafa de Carvalho deu a sua opinião acerca de toda a polémica e explica que um director, ou um membro de uma direcção de informação, tem toda a legitimidade para olhar para uma reportagem e dizer ‘não está em condições, não está trancada, precisa de mais argumentos, é frágil, não pode ir para o ar’. E isto não é ingerência, é a função de um diretor de informação, é para isso que ele é pago, para ter uma política editorial e, de acordo com essa política editorial, selecionar o trabalho que tem ou não qualidade para ir para o ar. É muito fácil dizer ingerência quando achamos que o nosso trabalho é intocável” , disse

Oiça o Podcast

António Esteves responde a provocação de seguidora

António Esteves

O jornalista da RTP defendeu a não privatização do canal público de televisão mas, uma seguidora respondeu-lhe com uma alfinetada… António Esteves não se calou.

Perante esta opinião do jornalista, uma seguidora respondeu a António Esteves, o que gerou uma troca de galhardetes entre ambos:

António Esteves irritado com peões e automobilistas

António Esteves

O jornalista da RTP desabafou nas redes sociais.

Apesar de já ter anunciado que se iria retirar do facebook, António Esteves continua a recorrer a este rede social para fazer os seus desabafos de alerta.

Desta vez, os peões e os codutores não escaparam ao olhar certeiro do jornalista:

José Rodrigues dos Santos parte a loiça toda!

Entrevista a JRS

Foi numa entrevista ao jornal “i”, que o jornalista da RTP falou de algumas polémicas que viveu na RTP.

De seguida, pode ler um excerto da referida entrevista onde o pivot do “Telejornal” parte a loiça toda:

Como é que sabe que os políticos não gostam de ser entrevistados por si? 

É óbvio que não gostam, faço perguntas chatas…

Há aquela entrevista célebre com José Sócrates, em que ele começou a ficar irritado com a sua insistência…

A pergunta essencial era esta: como é que ele podia ser contra a austeridade, se ele próprio havia cortado salários e pensões e aumentado impostos? Ele podia dizer algo como “a austeridade é algo a evitar”. Mas não pode dizer “sou contra a austeridade”. Fazia-me confusão que ninguém lhe fizesse essa pergunta. Tinha de ser confrontado com os factos.

Mas há outros políticos que não queiram ser entrevistados por si?

Obviamente as minhas perguntas são incómodas. Tenho um conhecimento dos assuntos – de política e não só – mais ao pormenor, porque tive de os estudar para escrever os meus romances, pois eles são justamente veículos de conhecimento. Aliás, curiosamente, saiu agora numa revista literária em França um ensaio a analisar os meus romances como veículos de conhecimento.

Imagino que ouça muitos elogios e felicitações. Também ouve coisas desagradáveis?

Em geral as pessoas não fazem isso. Ocasionalmente, pode acontecer dizerem-me “não gosto do seu romance”. Mas geralmente não me interpelam negativamente…
 

Já nas redes sociais é diferente…

Aí sim, mas não ligo. Os partidos possuem departamentos e recorrem a agências que criam perfis falsos e inundam as redes sociais. Aliás, julgo que isso foi feito comigo, com aquela história do Alexandre Quintanilha, quando eu me enganei e referi que o deputado mais velho do Parlamento era uma mulher. Isso foi um escândalo, acusaram-me de ser homofóbico e de outras coisas que não faziam sentido nenhum. Depois acabei por perceber que aquilo era manipulado por partidos para atingir determinados fins. É um mundo que desprezo totalmente, e aconselho os jornalistas a fazerem o mesmo. A política tem um lado que é o que se diz abertamente. E depois tem outro lado que é o das campanhas negras, que todos fazem. Portanto, quando leio coisas nas redes sociais entra por uma orelha e sai pela outra, o que é fácil dado o tamanho das mesmas.
 

[risos] Por na influência dos partidos, tem-se discutido muito o caso da Sandra Felgueiras e de o Sexta às 9 ter sido adiado para depois da campanha. As pessoas na RTP falam disso?
 

Sobre questões internas da RTP não vou falar. Há órgãos próprios para tratar destas questões, como a Direção de Informação ou o Conselho de Redação. É evidente a importância da Sandra Felgueiras e do Sexta às 9, e terminar com o programa é impensável. É uma ideia que não tem pernas para andar e toda a gente tem consciência disso.

Quando era diretor de Informação sofria muitas pressões?

Ocupei o cargo por duas vezes, durante um governo PS e outro PSD/CDS, e as coisas eram todas feitas de forma mais subtil. Vou dar um exemplo. Não querem que se fale sobre o cultivo da batata e dizem-nos: “Você acha que é ético falar sobre o cultivo da batata? Há tantas coisas tão mais importantes”. Depois tem duas hipóteses: ou afirma “tem razão”, e finge que a decisão é sua; ou diz “Não. O cultivo da batata é importante”. Essa capacidade de contrariar o político, de lhe dizer “não” nos olhos pode não estar ao alcance de toda a gente. Até porque sabemos que se dissermos “não” muitas vezes não permanecemos muito tempo no cargo. Eu saí duas vezes, e as duas foram saídas complicadas, sobretudo a segunda. Mas aquela função é de compromisso com o público e não com o político, que tem de ser colocado no seu lugar. No meu segundo mandato recebi uma mensagem de alguém que me disse: “Eles – do Governo – sentem que não têm à-vontade para falar contigo”. Eu disse: “Ainda bem, é assim que eu quero e vai continuar a ser assim até ao fim”. Quando fiz a minha tese de doutoramento sobre reportagem de guerra, li vários relatórios, e havia um feito por norte-americanos na II Guerra que dizia que os únicos soldados eficientes eram aqueles que entravam no campo de batalha conscientes de que podiam morrer. Eram os únicos que lutavam, enquanto os que tinham esperança de sobreviver se escondiam. Na altura pensei nisso: “Só posso ser diretor de Informação se acreditar que posso não sair daqui vivo”. E lutei com essa convicção. Das duas vezes não saí de lá vivo, mas das duas vezes cumpri o meu trabalho e a minha missão. Porque aquilo é uma missão, não é uma carreira.
 

Notou diferenças de um Governo para o outro, entre PS e PSD?

Sim. Estive no tempo de António Guterres e Guterres não se metia em nada. Depois, estive no de Durão Barroso, que também não se metia, mas pronto… Também tem a ver com os ministros e aqueles que tutelam, e com as suas personalidades. No caso do PSD eram mais brutos e no PS mais sofisticados… mas o resultado final era o mesmo. Todos eles querem que se fale bem deles e calar o que lhes é desagradável. Eu encarava as coisas como um jogo de futebol. A equipa que fazia a falta dizia que não era falta e a que sofria dizia que era. E eu tinha de ser o árbitro. Sentia que essas queixas aconteciam para pressionar, para ficar com medo, para condicionar e intimidar. Quando me sentia condicionado, ia falar com alguém em cujo juízo editorial confiava, como a Judite de Sousa ou a Marina Ramos, e deixava a decisão nas mãos deles.
 

Como jornalista e apresentador ainda sente essas pressões?

Vou contar-lhe o pretexto que conduziu à minha demissão em 2004. Andaram durante quase dois anos a sugerir-me a nomeação de determinada pessoa para correspondente em Madrid. Obviamente que era uma cunha – e isso para mim, naqueles termos, era corrupção. Eu podia ter dito: “Olha que boa ideia”. E a decisão era legítima. A partir do momento em que a tomasse, ninguém percebia. Mas a pessoa tem de ter coragem. De repente, temos o mundo contra nós. Dizemos: “Vocês querem que seja nomeada esta pessoa, mas não vai ser, porque não são vocês que tomam essa decisão”. Cheguei a receber recados e até podia fazer como me sugeriam, mas fazia ao contrário para perceberem que eu não estava às ordens. Para aquela função é preciso coragem, integridade e uma grande convicção do que estamos a fazer. Se não tivermos espírito de missão, aquela noção de que podemos “morrer”, não vamos exercer bem a função.
 

Mas essa coragem hoje é muito rara. Olhando à sua volta encontra pessoas que a tenham?

Encontrei casos. O Joaquim Furtado fez isso. Ou o Nuno Santos. O Nuno Santos foi despedido por ter coragem. “Morreu”, efetivamente, em combate. Para mim, é uma das grandes vergonhas da RTP. Como é que despedem um diretor só porque a RTP cobriu exemplarmente o caso da licenciatura de Miguel Relvas? Depois inventaram uma desculpa qualquer, mas a razão foi essa. O Nuno Santos sabia que o seu destino podia ser esse. Apenas porque estava a afrontar o ministro que tutelava a RTP – aliás, não estava a afrontar, estava apenas a fazer o seu trabalho.
 

Quando há mudanças de Governo, como em 2015, também se nota uma mudança de ambiente na RTP?

Graças ao ministro Poiares Maduro, a RTP saiu da tutela do Governo. O Governo já não pode nomear ou demitir administradores. Isto faz uma grande diferença.
 

Mesmo assim, quando há mudança de Governo, certas figuras podem passar a ter mais influência por serem amigos de um ministro, por exemplo…
 

Pode acontecer. Mas do ponto de vista do mecanismo, a RTP saiu da tutela do Governo e isto é um avanço civilizacional. Consta que existem projetos para que o Governo voltar a nomear a administração. Isto será o mais perigoso para a nossa democracia. Quando a RTP saiu da tutela do Governo foi o 25 de Abril da RTP e isto quer dizer que há projetos para regressar ao 24 de Abril. É inaceitável. Chegámos ao ponto de o presidente da RTP anunciar que o Governo soube pelos jornais o nome da pessoa nomeada para diretor de Informação, pela primeira vez na história, com o Paulo Dentinho. Quem pode negar que isto é um grande avanço? A RTP é um serviço público, não é um serviço estatal ou governamental. Tem de ser tutelada, como tudo, mas não pelo Governo, que é parte interessada. E dizer que passa para o Parlamento é uma falsa solução, pois quem está no Governo é, normalmente, quem controla o Parlamento. Isso seria fazer a RTP regressar ao 24 de Abril fingindo que não está. Claro que quem o fizer nunca vai dizer: “Isto é para acabar com o excesso de liberdade, nós queremos controlar a RTP”. Vão dizer: “Isto é para a RTP ficar melhor”. Mas o objetivo seria controlar. O poder político procurará sempre tentar fazer isso.

Falou em excesso de liberdade. É assim que vê a atual situação?

Quando tive de me demitir em 2004, o ministro da tutela declarou em público que havia excesso de liberdade na RTP. É um grande elogio, devo dizer. A verdade é que semanas depois eu saí. O poder político tem sempre esta tentação, e nós temos de fazer barreira a isso. A nossa liberdade é a coisa mais importante que temos enquanto jornalistas. A liberdade de poder dizer as coisas como elas são.”

Dina Aguiar triste, quebra o silêncio após desabafo no facebook

Dina Aguiar

Foi no passado dia 29 de novembro que a jornalista da RTP fez um desabafo:

“O Fernando Mendes foi o único colega da RTP que se dignou visitar a minha exposição. No dia da inauguração perdeu-se não chegou a tempo . Mas foi um prazer recebê-lo neste último dia e mesmo doente fiz questão de o receber! Um SENHOR ! Obrigada Fernando Mendes” – escreveu, não escondendo a sua tristeza

Agora, passados 4 dias, Dina Aguiar esclarece tudo à revista Nova Gente:

“Fiquei triste, claro. Houve colegas da maquilhagem e das câmaras que vieram e um outro amigo. Acho que também foi uma coincidência. Mas, de alguma forma, acho que reflecte exactamente o momento que vivemos, de desligamento. Vivemos desligados. É assim que as pessoas pensam e vivem. Claro que houve pessoas que não puderam mesmo, mas a exposição esteve quase um mês. Poderiam passar noutra altura. Enfim, os actos ficam com quem os pratica. Foi uma lição para mim também”

Fernando Mendes partilhou nas redes sociais a sua visita à exposição da colega da RTP:

“PARABÉNS DINA AGUIAR.
Que bela experiência.
Na semana passada, visitei a exposição intitulada “MUNDOS PARALELOS”, no CNAP – Clube Nacional Artes Plásticas, da autoria da minha querida amiga e colega Dina Aguiar, não posso deixar de te elogiar publicamente pelo teu talento.
Gostei mesmo muito da tua exposição.
E claro, era obrigatório a visita😉
Beijinhos”
– escreveu o rosto de O Preço Certo

Em resposta ao texto de Fernando Mendes, a jornalista Dina Aguiar respondeu assim: “Eu é que agradeço a tua presença . Foi uma honra receber-te ….apesar de constipada ! Sempre um senhor . Beijo teu coração do tamanho do planeta

Presidente da RTP tece elogios a Dina Aguiar

Portugal em Direto

A jornalista da RTP, Dina Aguiar, agradeceu hoje nas redes sociais mais uma vitória nas audiências, mostrando o seu orgulho por fazer um programa que fala das regiões de Portugal.

Segundos depois de postar o seu agradecimento, muitos foram os amigos, fãs e colegas a dar-lhe os parabéns. Entre eles, Gonçalo Reis, o actual Presidente da RTP:

"Telejornal" dispara no sábado!

Telejornal – 60 Anos

O noticiário das oito da noite da RTP1 voltou a marcar um novo máximo de audiência num sábado.

Com José Rodrigues dos Santos na apresentação, o “Telejornal” foi o quinto programa mais visto do dia em Portugal e o segundo noticiário mais visto entre as 20h00 – 21h00, marcando 8,4% de rating e 18,0% de share.

A SIC foi líder com o “Jornal da Noite” com 9,9% de rating e 21,3% de share.

A TVI ocupou o último lugar do pódio com o seu “Jornal das 8” que registou 7,4% de rating e 16,0% de share.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)