“Portugal em Direto”: Cristina Esteves começa a semana como líder de audiências

Portugal em Direto

A semana começou bem para os finais de tarde da estação da Marechal Gomes da Costa e para o programa “Portugal em Direto”, apresentado pela jornalista Cristina Esteves.

Esta segunda-feira, o programa que fala das regiões portuguesas foi, mais uma vez, líder de audiências, registando 5,7% de rating e 18,8% de share.

A SIC e a sua telenovela brasileira “Amor à Vida” ficaram no segundo lugar do pódio com 5,2% de rating e 14,6% de share.

A TVI registou 3,8% de rating e 16,1% de share com o “A Tarde é Sua” vencendo a SIC e o programa de Júlia Pinheiro que alcançaram 3,1% de rating e 16,1% de share. Fátima Lopes venceu a telenovela da SIC.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

“Portugal em Direto” dispara e regista a melhor audiência de 2019

Portugal em Direto

Esta quinta-feira, o programa que fala das regiões portuguesas, o Portugal em Direto, alcançou a sua melhor audiência deste ano.

Com Dina Aguiar de férias, tem sido a jornalista Cristina Esteves a apresentar o formato.

Assim sendo, “Portugal em Direto” registou 5,6% de rating e 17,1% de share. O valor mais alto, até agora, registado este ano, no que diz respeito às audiências.

NOTA: os dados aqui apresentados são da responsabilidade da CAEM/Gfk. (Dados Live+Vosdal)

Telejornal da RTP: Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos recria música de abertura|COM VÍDEO

Telejornal 60 Anos

“No ar desde 18 de outubro de 1959, o Telejornal é o primeiro programa de informação diário a ser emitido na estação pública, sendo o mais antigo programa da televisão portuguesa que perdura.

Em 2016, César Veríssimo da RTP compôs o tema musical do genérico do Telejornal. Agora que o Telejornal comemora 60 anos, a RTP e o Teatro Nacional de São Carlos juntam-se para dar uma nova vida a este tema. Sob a direção da Maestrina Joana Carneiro, a Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos interpretou aquela que é a nova trilha sonora do genérico do Telejornal, com um arranjo orquestral de Anne Victorino D’Almeida.

Maestrina: Joana Carneiro

Arranjo para a Orquestra: Anne Victorino D’Almeida

Diretora do Coro e Orquestra: Margarida Clode”

informa a RTP no seu canal de YouTube

Veja o vídeo:

Vídeo 2 – Emissão Especial de duas horas:

Cristina Esteves diz que a RTP tem de lutar pelas audiências

Cristina Esteves

A jornalista e pivot do programa “360” da RTP3, falou da estação pública numa pequena entrevista.

À TV Guia, a jornalista da RTP diz que “A RTP tem feito uma caminhada interessante … Os programas Têm de ter audiências e têm de lutar por elas. Têm de inovar, marcar pela diferença e, acima de tudo, terem qualidade. Acho que é por isso que o (José) Fragoso está a lutar”, disse Cristina Esteves

A jornalista era uma das caras do “Telejornal”, apresentava-o aos fins-de-semana, mas foi afastada por Paulo Dentinho, que na altura era director de informação da RTP.

«Telejornal» vai ter emissão de 2 horas

Telejornal

O principal informativo da RTP vai ter duas horas de emissão.

O Telejornal faz 60 anos na próxima sexta-feira, sendo o programa mais antigo da televisão portuguesa no ar. E é por esta razão que, neste dia, o bloco de notícias da estação pública terá, excepcionalmente, duas horas de duração.

TEXTO:

Nasceu a 18 de outubro de 1959 e, desde então, constituiu-se como uma âncora da grelha do primeiro canal generalista da TV portuguesa. O seu nome, Telejornal, confunde-se com o género televisivo. Nestes anos, foi ali, na RTP1, que parte de nós pontuou a importância daquilo que ia acontecendo no país e no Mundo. Ainda assim é, embora o atual ambiente mediático seja mais diversificado, o que relativiza a sua centralidade. No entanto, é exatamente isso que torna os desafios ainda maiores. Podemos fixar quatro períodos na história do Telejornal da RTP: o da censura, o do monopólio em regime democrático, o da concorrência e o da pós-TV. São marcos importantes que ajudam a perceber o percurso da televisão portuguesa, a conhecer a sociedade que fomos construindo e a compreender a evolução do jornalismo. É obra.

1959-1973: Período da censura. Eis o Telejornal como ritual de legitimação do poder político, a espelhar um país vagaroso, vergado a hierarquias e preso a tradições. Percorrendo os alinhamentos da altura, encontrámos um jornalismo que confundia munícipes com paroquianos, que arriscava preencher uma edição com a divulgação das listas da União Nacional às eleições nacionais (8 de outubro de 1965), que tratava os governantes como “nossos ministros”, que promovia campanhas de apoio aos soldados enviados para as Colónias e que transmitia apelos de ajuda individual…

1974-1991: Período do monopólio em regime democrático. Nesta linha temporal, cabem a revolução de abril e a instabilidade que decorria dos primeiros passos em liberdade. E cabe igualmente a aprendizagem de um jornalismo que se abre a uma ideia de atualidade que tem os assuntos do dia como principal referência. Ainda estamos longe do primado do direto, mas caminha-se progressivamente para uma agilidade de um noticiário onde a importância começa a desenhar-se como um valor-notícia.

1992-2000: Período da concorrência. Com o aparecimento da SIC em outubro de 1992, a RTP percebeu que havia mudanças a fazer. O Telejornal era uma poderosa âncora de audiências e foi, durante anos, um importante instrumento de contraprogramação. Sentia-se na velha Redação da 5 de outubro em Lisboa um esforço colossal para que o noticiário fosse o primeiro a noticiar a última coisa que estava a acontecer. As peças tornavam-se mais curtas, o grafismo mais valorizado, os ângulos imprevistos mais destacados, o direto mais recorrente. O jornalismo televisivo fixava aqui uma das suas maiores evoluções.

2001-2018: A era pós-TV. Os canais do cabo chegavam e consigo transportavam uma informação contínua a exigir mais peças para os alinhamentos noticiosos, mais interlocutores para os plateaux informativos e mais formatos de informação. Nas redações das TVS, os jornalistas deixaram de trabalhar ao ritmo dos noticiários da hora do almoço e do jantar. A urgência em formatar a atualidade é acentuada pelo universo digital que vai multiplicando ecrãs e introduzindo uma mobilidade no consumo de notícias que há muito deixou de estar circunscrita aos lugares onde (ainda) temos os tradicionais ecrãs de televisão. “ 

Fonte:JN Felisbela Lopes – 19 Outubro 2018