“Telejornal” quebra ciclos de derrotas e dispara com José Rodrigues dos Santos ao leme

O noticiário das oito da noite da RTP1 disparou ontem, segunda-feira, nas audiências, isto, depois de várias derrotas na semana passada, que teve o jornalista João Adelino Faria na sua apresentação.

Assim, o “Telejornal” arrancou esta semana com um dos seus melhores valores deste ano. Com apresentação de José Rodrigues dos Santos, o programa que há mais anos está no ar na televisão portuguesa, alcançou 9,2% de rating e 18,1% de share.

O “Jornal das 8”, da TVI, caiu para o último lugar do pódio com um resultado de 8,5% de rating e 16,3% de share.

O “Jornal da Noite”, da SIC, manteve a liderança com 12,6% de rating e 24,2% de share.

O “Telejornal” da RTP foi o sexto programa mais visto do dia em Portugal no dia de ontem, segunda-feira.

4 thoughts on ““Telejornal” quebra ciclos de derrotas e dispara com José Rodrigues dos Santos ao leme

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    1. Não vou comentar. O sucesso de qualquer programa de informação deve-se, obviamente, às escolhas dos telespectadores, que sabem ter em conta a qualidade da informação, a ordenação dos assuntos, o conteúdo dos vídeos. Dever-se-á, também, à imagem que o apresentador tem perante os públicos. Permitir-me-ão que refira apenas que os dois apresentadores mencionados são excelentes profissionais. Nenhum deles – sozinho – é o culpado pelo insucesso ou o responsável pela recuperação do segundo lugar nas audiências. É evidente, para mim, que “recuperar” o segundo lugar nas audiências não deveria ser notícia. Notícia seria informar as razões pelas quais perdeu a liderança e o que está a ser feito para a recuperar.

  1. Não vou comentar. O sucesso de qualquer programa de informação deve-se, obviamente, às escolhas dos telespectadores, que sabem ter em conta a qualidade da informação, a ordenação dos assuntos, o conteúdo dos vídeos. Dever-se-á, também, à imagem que o apresentador tem perante os públicos. Permitir-me-ão que refira apenas que os dois apresentadores mencionados são excelentes profissionais. Nenhum deles – sozinho – é o culpado pelo insucesso ou o responsável pela recuperação do segundo lugar nas audiências. É evidente, para mim, que “recuperar” o segundo lugar nas audiências não deveria ser notícia. Notícia seria informar as razões pelas quais perdeu a liderança e o que está a ser feito para a recuperar

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