Gonçalo Reis recusa revelar acordo secreto com Carlos Daniel à CT da RTP

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RTP a ferro-e-fogo!

Gonçalo Reis, presidente da RTP, continua a ser, fortemente, contestado dentro da estação pública devido às várias polémicas onde tem estado envolvido.

Uma delas é caso “Carlos Daniel”, que continua a dar que falar e a agitar i canal público.

Na SIC, no programa “Alta Definição”, o jornalista Carlos Daniel garantia que tinha saído da RTP para o canal 11, da Federação Portuguesa de Futebol: “Por ventura, eu não teria uma oportunidade igual de fazer uma coisa diferente. Há momentos em que nós temos de trocar alguma acomodação pelo risco de fazer uma coisa nova, algo novo. Com os pés na terra, com a noção de que fiz um caminho que não se apaga. Vou para outra casa que junta dois mundos que eu adoro, que são a televisão e o futebol (…) está a ser duro cortar o cordão umbilical com a RTP. Foram 27 anos”

Mas o jornalista não estava a contar toda a verdade que só ele e Gonçalo Reis sabiam: foi, segundo o Correio da Manhã, assinado um acordo de licença sem vencimento que prevê que Carlos Daniel volte à RTP quando entender, com todas as condições que mantinha antes de ir para o canal da FPF.

Perante isto, a Comissão de Trabalhadores da RTP quer que Gonçalo Reis divulgue o acordo secreto firmado com o jornalista só que o presidente do canal público “recusou entregar a documentação pedida” evocando “uma questão de princípios”

Perante este argumento de Gonçalo Reis, a Comissão de Trabalhadores da RTP considera a posição do presidente uma violação à lei.

“Se for possível para um trabalhador receber uma licença sem vencimento para exercer actividades profissionais que podem ser interpretadas como concorrentes da própria RTP, então isso tem que ser possível para todos os trabalhadores, sejam eles quais forem, façam eles o que fizerem”, diz

A Comissão de Trabalhadores da RTP diz ainda que, aberto este precedente, a RTP deixa de ter um “quadro de pessoal estável”, para passar “a ter uma placa giratória de toda indústria, paga por dinheiros públicos”.

No comunicado, a CT da RTP, termina recordando que existem documentos internos da “autoria do próprio conselho de administração”, como o Código de Ética e Conduta da RTP, que “alertam de forma assertiva para a prática de actividades que possam ser percecionadas como concorrentes”. Tais documentos podem tornar-se, assim, “vazios de conteúdos”.

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