José Rodrigues dos Santos: “José Sócrates tentou-me calar” | COM VÍDEO!

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Entrevista

José Rodrigues dos Santos revela que o antigo ex-primeiro-ministro José Sócrates o tentou calar, depois do seguinte episódio:

 

Em entrevista à revista TV Guia, o pivot da RTP conta o episódio que podemos ver no vídeo acima e diz que nunca mais viu José Sócrates “Nunca mais o vi. Anda fora de circulação”

Mas se o vir na rua diz que ainda “não” pensou no que lhe poderá dizer até porque “as entrevistas” que lhe fez “foram conversas com alguém que parte do princípio de que há coisas que não lhe osso perguntar” e fundamente, dizendo que coisas são essas “Então, se foi ele que começou a austeridade, se foi ele quem cortou os salários da Função Pública … Foi ele! Foi ele! Foi ele quem aumentou os impostos, cortou subsídios e no fim vem dizer que é contra a austeridade?! Alguém tem de lhe fazer a pergunta sobre como é que uma posição casa com a outra … Ou pede desculpa pelo que fez… diz que foi tudo um erro ou então não diz aquilo. O que fiz ali foi um mero exercício de jornalismo, não foi uma questão pessoal. Foi uma questão profissional. Impunha-se colocar a pergunta a alguém que esteve a governar um país durante seis anos e que no fim saiu e entregou a chave a um grupo de três estrangeiros. Foi isso que ele fez.” – concluiu

TV Guia: Mas José Sócrates pessoalizou e achou que o estava a atacar.

José Rodrigues dos Santos: Foi uma táctica para me intimidar. Tal comoas campanhas  da internet são encomendadas pelos partidos políticos que, de repente, têm muito dinheiro e contratam empresas de comunicação para lançar campanhas negras. Arranjam miúdos que criam perfis falsos e invadem as redes sociais com críticas negativas. José Sócrates pessoalizou porque não entendeu que fiz o meu trabalho. Quando levou aquilo para o lado pessoal foi para me intimidar. Para tentar que me calasse. Sou profissional, desmontei tudo aquilo e prossegui o meu caminho”, conta

Sobre se sentiu medo de José Sócrates na altura ou que a RTP o prejudicasse, José Rodrigues dos Santos diz que “é um bocado complicado. Uma pessoa não pode ser perseguida em 2018 em Portugal por fazer perguntas incómodas e indiscretas a um político. É o nosso trabalho fazer perguntas indiscretas. Aquilo (a maneira de como Sócrates reagiu) foi uma prática para intimidar. A nossa função é desmontar aquilo” – conclui

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