Final Eurovisão 2018: “A Cláudia Pascoal estava toda borradinha”

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José Cid arrasa Cláudia Pascoal

“A nossa canção era fraquinha poeticamente. Acho a menina [Cláudia Pascoal] muito hesitante a cantar. Estava aquilo a que se pode chamar de toda ‘borradinha’” – disse José Cid

José Cid diz ainda que a canção de Catarina Miranda ‘Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada’, ou a canção de Diogo Piçarra, ‘Canção do Fim’, teriam melhores representantes de Portugal na final.

E sai em defesa de Diogo Piçarra:

“O Diogo devia ter sido mais firme e, já que participou, ia até ao fim provar que não é plágio. É ridículo acusar um jovem de plagiar uma canção da IURD que tem trinta anos e barbas. Não há jovem nenhum que vá fazer isso. Isso é uma gargalhada. Aquilo foi uma armadilha para o eliminarem da possibilidade de representar Portugal. A canção dele não é plágio, está provado e eu assino por baixo”

E TERMINA DIZENDO: “Sou um ícone para as novas gerações, provavelmente o único da minha época”.

 

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