Antes da final da Eurovisão 2018, Cláudia Pascoal afirmou que não iria ficar em último lugar. | COM VÍDEO!

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Eurovisão 2018

Foi em março deste ano, logo após vencer o Festival RTP da Canção que Cláudia Pascoal deu uma grande entrevista onde afirmou que não iria ficar em último lugar na grande final da Eurovisão 2018 que teve lugar no passado dia 12 de maio.

Na entrevista que deu a Rui Unas, a ex-concorrente do The Voice Portugal respondeu assim, à pergunta sobre se, eventualmente, ficasse em último mlugar:

Rui Unas: “E se ficares em último?”

Cláudia Pascoal: “Não fico em último! (risos) Acham que iam meter a menina de cabelo cor-de-rosa em último?…”

Veja este momento no vídeo abaixo ao 01:29:52

 

 

Eurovisão 2018: Catarina Furtado responde a quem a criticou!

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Catarina Furtado

Depois de ter sido acusada, por vários telespectadores, de falar mal inglês, a apresentadora da RTP responde assim às vozes que  atentaram deitar abaixo:

“Sou uma mulher de muitas facetas e sonhos. Nunca fui adepta de rótulos na minha carreira. Sou o que sou.
Comecei a minha carreira como bailarina clássica e depois, contra todas as expectativas, fiz formação em jornalismo. Trabalhei para rádios, jornais e revistas. Fui desafiada a testar os meus “dotes” enquanto apresentadora de televisão (e já lá vão 27 anos!). Fiz parte da equipa envolvida no lançamento do primeiro canal de televisão independente, SIC, e desde então nunca mais parei de trabalhar no meio.

Mas sempre persegui os meus desejos: em 1995 mudei-me para Londres para estudar representação. Abracei a carreira de actriz, no teatro, em cinema, em séries de tv, em dobragens (o mais recente filme vai estrear em Portugal a 26 de Julho, “Linhas de Sangue’. Em 2000 fui convidada para ser Embaixadora de Boa Vontade do UNFPA, a agência das Nações Unidas para os direitos e saúde reprodutiva.

Esta importante missão fez-me desenvolver a minha vertente de documentarista com ‘Príncipes do Nada’, que vai na sua 4ª temporada na RTP, e que retrata o nobre trabalho de voluntários e de ONGs em países em desenvolvimento e, infelizmente, a intolerável situação que muitas mulheres e meninas vivem ainda hoje, tendo os seus direitos violados. Esta experiência que tenho vivido junto do UNFPA levou-me também, em 2012, a fundar a Corações com Coroa, que tem por objectivo promover uma cultura de solidariedade, não violência e não discriminação, de igualdade de oportunidades e de género e de inclusão social.

Depois de tudo o que fiz até agora, ser vista por 200 milhões de pessoas na Eurovision Song Contest tornou-se uma experiência inesquecível para mim. Estou muito grata”