José António Pereira: o jornalista, em que os jornalistas da RTP falam

José António Pereira, é dos assuntos mais comentados pelos jornalistas da estação pública.

O jovem jornalista tem estado na cobertura dos incêndios na zona  de Pedrogão Grande e, a sua performance tem dado nas vistas pelas melhores razões.

Estes são alguns comentários de profissionais da RTP e da área do jornalismo, sobre José António Pereira, também ele jornalista da estação pública:

  • “Excelente trabalho que este jornalista tem feito ( já fazia) José António Pereira, a mostrar que se pode relatar o drama sem histeria e sem show off. Ainda por cima sinto-me informada quando o oiço não é para todos!
    E há momentos, também na RTP 3, enorme coragem da Patrícia Lucas e do
    Sérgio Ramos, reportagem em circunstâncias muito complicadas.” – Susana Veloso
  • “Verdade sem dúvida . Um jovem com uma grande capacidade de trabalho !” – Dina Aguiar
  • “Parece-me inteiramente justo realçar a postura tranquila, factual e profissional da experiente Sara Antunes Oliveira (SIC) e do “rockie” José António Pereira (RTP)! Bravo!” – Miguel Gonçalves
  • JOSÉ ANTÓNIO PEREIRAnão se esqueçam desse nome. É o melhor jornalista (RTP) que tem estado no terreno a fazer as reportagens sobre os incêndios.
    E em directo!
    É objectivo, informa (e não faz entretenimento), não gagueja, não titubeia, não inventa, não atropela a gramática, é calmo, tem uma noção precisa do que está a falar e a orientar o operador de câmara.
    E o que é brilhante!
    Tem apenas 20 e poucos aninhos.
    Estou convicto de que será um grande nome do jornalismo em Portugal.” – Orlando Tavares
  • Eu que já sou um velho jornalista fico de coração cheio quando vejo um directo de grande qualidade que acaba de ser feito por um jovem jornalista , Jose Antonio Pereira (que eu não conheço ) no jornal das 13h da RTP” – José Manuel Rosendo
  • “Sim, há mau jornalismo em Portugal e por esse mundo fora. Olha, a novidade. Como há má fruta, maus livros, má educação. É verdade que o jornalismo de referência, nos últimos anos, mais frequentemente do que seria desejável, levou longe demais a lógica de que é preciso comunicar com emoção e não apenas com factos. É uma lógica que eu aceito e que me parece válida. Caso contrário, bastar-nos-iam o teletexto e os telegramas das agências noticiosas. A informação precisa de rosto, de testemunho, de empatia e não apenas da circunspecção de dados frios e objectivos. Como em tudo na vida, o diabo está nas doses de cada ingrediente. Fazer informação é um exercício de equilíbrio numa corda bamba que tem de um lado o perigo do desinteresse e do outro os abismos do mau-gosto e do sensacionalismo. Um passo em falso e é o desastre. Em situações-limite, onde a carga emocional dos acontecimentos a reportar se torna avassaladora, estas ameaças crescem exponencialmente. Foi o que aconteceu no trágico fim-de-semana que acabamos de viver. E houve, como infelizmente seria de esperar, muito infotainment a fazer as vezes de informação, más práticas jornalísticas, más peças, más perguntas, mau-gosto. É bom que a cada exemplo desses, “inconformistas que somos”, haja sobressalto e crítica pública. Acontece que a prática de deitar fora o bebé com a água do banho parece cada vez mais generalizada. Vemos, ouvimos e lemos a sentença definitiva de que nada se aproveita, de que é tudo igual, de que o jornalismo acabou. E assistimos, aspecto irónico, à partilha desenfreada da imagem de um directo televisivo sob a acusação de que terá sido um momento obsceno de televisão. (Opinião que partilho, aliás.) Ou seja, uma espécie de volúpia carregada de maus instintos, numa grotesca demonstração de que os justiceiros de sofá são em geral imunes à lógica mais elementar. O que me motivou a este longo relambório foi a necessidade de deixar dito aqui que, a par das más práticas, houve este fim de semana muitos jornalistas que saltaram do sofá, ou do ar condicionado das redacções, e foram dar o corpo ao manifesto. Vi alguns exemplos de excelente jornalismo, sóbrio, equilibrado, profissional. Dou apenas dois casos, escolhidos propositadamente por envolverem jornalistas que até ontem não conhecia nem sequer de nome: o do repórter José António Pereira e o da pivot Carolina Freitas, na emissão da RTP 3. Não sei quem são mas senti orgulho na profissão que ainda tenho ao ver o trabalho deles. A alma de repórter que ainda me habita saiu reconfortada e viveu por instantes o sobressalto de uma breve inveja, aquele formigueiro de querer estar no local da notícia que de vez em quando ainda me assalta, com a certeza de que o jornalismo continua a ser um artigo de primeira necessidade.– Carlos Vaz Marques
  • “Tiro o chapéu ao José António Pereira, um miudo que não conheço mas que está a fazer um trabalho brilhante, seguro e estóico.” Carlos J. Barros
  • José António Pereira, também não o conheço, mas não engana. Ao primeiro directo que lhe vi causou-me logo boa impressão. Depois fui acompanhando ao longo do dia. Serenidade e objectividade. Foi uma boa surpresa. – João Pedro Martins
  • Totalmente de acordo! É um orgulho! – Sandra Sá Couto

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5 Comments Add yours

  1. Alexandre De Almeida diz:

    Parabéns a equipa da rtp que esteve no terreno no fim semana/ semana de fogos em Portugal, mas, especialmente ao reporter jose António Pereira!!

  2. Maria do céu reis diz:

    Também eu, dou parabéns ao que me pareceu um grande jornalista, José Antônio Pereira! Que assim continue!!!

  3. Anónimo diz:

    Este título doeu-me na gramática.

  4. Anónimo diz:

    Uma grande lufada de ar fresco, profissionalismo ,seriedade,tranquilidade e respeito por todos. Ele não vai ser uma grande jornalista ele JÀ o é, um enorme profissional e fantástico ser humano que eu tenho o gosto de conhecer. Merece todo sucesso na sua vida.

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