Revelação: Tozé Brito sofreu abuso sexual

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Tozé Brito quebra o silêncio e conta o abuso sexual que sofreu…

Tozé Brito tinha 10 anos de idade, quando uma empregada de casa, uma mulher de 21, lhe entrou pelo quarto dentro, às 6 da manhã. Enfiou-se na cama do miúdo e abusou dele sexualmente.

Aos 65 anos de idade, Tozé Brito faz a revelação na biografia ‘Tozé Brito – Eu sou outro tu”, da autoria de Luciano Reis. “Aos dez anos, era um completamente ignorante em matéria de sexo, uma empregada doméstica, 11 anos mais velha do que eu, acordou-me um dia às seis da manhã. A essa hora estavam todos a dormir”, relata.

ABUSADO VÁRIAS VEZES
“Meteu-se na minha cama e tentou ensinar-me em cinco minutos o que eu poderia já saber fazer há anos mas não sabia sequer ser possível. Eu estava completamente às escuras nesse campo, não compreendia o que se estava a passar”, recorda o músico.

Os abusos foram repetidos e Tozé Brito lembra-se do nome da empregada. “Chamava-se Felícia e de professora primária tinha pouco!”. Por várias vezes, a empregada fez o mesmo, deixando o miúdo confuso e traumatizado. “Naquela altura ainda tentou dar-me umas lições, mas eu estava em perfeito estado de choque. Fiquei mal”.

DIFICULDADES AO FAZER SEXO
Estes abusos sexuais de que foi vítima acabaram por prejudicar o crescimento de Tozé Brito que, em plena adolescência e início da idade adulta ainda tinha dificuldades em manter relações sexuais com as namoradas. “Durante um longo período da minha vida, qualquer contacto sexual que não fosse precedido de muita intimidade ou de uma relação já estável disparava em mim níveis de ansiedade que prejudicavam qualquer relação sexual e me deixavam cada vez mais ansioso”.

Os ansiolíticos foram a solução para o trauma. “O tempo, a experiência, alguns ansiolíticos e a confiança que readquiri com a idade acabaram por resolver o problema”.

Tozé Brito resolveu dar a cara e falar do seu caso, advogando que as crianças devem ter educação sexual desde muito cedo. “Hoje sei que deveria ter procurado ajuda psiquiátrica para o resolver bem mais cedo e que isso teria evitado anos de dúvida, ansiedade e baixa auto-estima. Daí a minha convicção de que a sexualidade deveria ser estudada na escola, a partir dos seis anos”. IN, Flash!

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