Nuno Artur Silva: silêncio absoluto na RTP. Ninguém fala sobre este caso.

Gonçalo Reis (presidente), Nuno Artur Silva e Cristina Vaz Tomé (administradores) celebram amanhã dois anos no conselho de administração da RTP. Mas, 24 meses depois, há um ‘compromisso’ do administrador com o pelouro dos conteúdos que continua por cumprir: vender a participação de 100% nas Produções Fictícias, que detém o Canal Q.

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Em março de 2015, Nuno Artur Silva afirmou ao CM querer vender a sua quota para “tornar tudo mais transparente”. “É um processo que está em curso”, disse na altura o dono da empresa conhecida por produzir os programas dos ‘Gato Fedorento’ e de Herman José, referindo ter “recebido algumas propostas de investidores interessados”. Agora, dois anos depois, questionado pelo CM, o administrador não responde. A empresa pública também

se recusa a falar sobre o assunto.

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Ao que o CM apurou, as dificuldades financeiras enfrentadas pelo projeto e as baixas audiências do Canal Q – no ano passado registou um share médio de 0,05%, segundo a GfK – têm sido os principais entraves à concretização do negócio. Recorde-se que a Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) e a Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP) consideraram não haver incompatibilidade no facto de Nuno Artur Silva ser dono de uma produtora e administrador da RTP desde que, como a lei obriga, deixasse todos os cargos administrativos nas Produções Fictícias. IN, CM

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